O HMS Prince of Wales, um porta-aviões britânico, chegou a Singapura para uma missão no Pacífico, que incluirá paradas na Austrália, Japão e Coreia, além de exercícios com aliados. Essa visita acontece enquanto a China realiza manobras com dois porta-aviões na mesma região, o que gerou protestos do Japão. O comandante James Blackmore disse que não espera conflitos com a China e que ambos os países têm o direito de navegar em águas internacionais. Ele mencionou que navios chineses podem estar observando as atividades britânicas. A China criticou a passagem do HMS Spey pelo Estreito de Taiwan, considerando-a uma provocação. Durante sua missão de oito meses, o HMS Prince of Wales terá apoio de navios de países como Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Noruega e Espanha, com cerca de 2.500 militares inicialmente, podendo chegar a mais de 4.500 durante exercícios. O porta-aviões participará de um exercício liderado pela Austrália e ajudará no desenvolvimento da capacidade de F-35 do Japão. Blackmore destacou que a missão mostra o compromisso britânico com a ordem internacional e a importância do comércio em um Indo-Pacífico livre e aberto. Em setembro, o navio participará de exercícios anuais com os países do Five Power Defence Arrangements, um pacto de defesa criado em 1971.
O HMS Prince of Wales, um porta-aviões britânico, chegou a Singapura para uma missão no Pacífico, que incluirá paradas na Austrália, Japão e Coreia, além de participar de exercícios multinacionais. A visita ocorre após manobras simultâneas de dois porta-aviões chineses na região, que geraram protestos do Japão.
O comandante do grupo de ataque, James Blackmore, afirmou que não espera conflitos com a China, ressaltando que ambos os países têm o direito de navegar em águas internacionais. Ele acredita que a presença de navios chineses para observar as atividades britânicas é uma possibilidade. Recentemente, a China criticou a passagem do HMS Spey pelo Estreito de Taiwan, considerando-a uma provocação que ameaça a paz na região.
Durante sua implantação de oito meses, o HMS Prince of Wales contará com o apoio de navios de aliados como Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Noruega e Espanha. Inicialmente, cerca de 2.500 militares acompanharão a missão, número que pode aumentar para mais de 4.500 durante exercícios importantes. A presença do porta-aviões também reflete a crescente incerteza nas alianças militares, especialmente com a revisão dos acordos de submarinos entre Reino Unido, Austrália e Estados Unidos.
O HMS Prince of Wales participará de um exercício liderado pela Austrália no próximo mês e apoiará o desenvolvimento da capacidade de F-35 do Japão. Blackmore destacou que a missão do porta-aviões é uma demonstração do compromisso britânico com a ordem internacional baseada em regras e a importância do comércio em um Indo-Pacífico livre e aberto. Em setembro, o navio participará de exercícios anuais com os países do Five Power Defence Arrangements, um pacto de defesa estabelecido em 1971.
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