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EUA consideram ‘quase impossível’ que Irã retome seu plano nuclear

Steve Witkoff afirma que bombardeios a instalações nucleares iranianas dificultam a recuperação do programa nuclear e pede investigação sobre vazamentos.

Otan aumenta meta de gasto com defesa para 5% do PIB até 2035 (Foto: Reprodução)
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Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, afirmou que os bombardeios a três instalações nucleares do Irã tornaram quase impossível a retomada do programa nuclear do país. Ele destacou que as instalações em Isfahan, Natanz e Fordow foram severamente danificadas. Apesar de um relatório preliminar indicar que o atraso no programa seria de apenas alguns meses, Witkoff considerou essa informação absurda e criticou vazamentos de dados, pedindo uma investigação, pois acredita que isso pode prejudicar vidas no futuro. Ele também mencionou que os ataques alcançaram seus objetivos e permitiram um cessar-fogo entre Israel e Irã, afirmando que eliminar esse risco é crucial para a economia e prosperidade da região do Golfo. Witkoff se mostrou otimista quanto a um possível acordo de paz com o Irã, acreditando que agora é o momento certo para negociações mais longas e significativas.

O enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, Steve Witkoff, declarou que o bombardeio a três instalações nucleares iranianas tornou “quase impossível” a retomada do programa nuclear do Irã. A afirmação foi feita em entrevista à Fox News, onde Witkoff destacou que as instalações de Isfahan, Natanz e Fordow sofreram danos significativos, dificultando a recuperação do programa.

Apesar de um relatório preliminar sugerir que o atraso no programa nuclear seria de apenas alguns meses, Witkoff refutou essa informação, considerando-a “absurda”. Ele criticou os vazamentos de dados e pediu uma investigação sobre o assunto, afirmando que tais ações poderiam “prejudicar vidas no futuro” e são “totalmente inaceitáveis”.

O enviado especial também mencionou que os bombardeios atingiram os objetivos estabelecidos, permitindo um cessar-fogo entre Israel e Irã. “Eliminar este risco era crucial para o futuro econômico e a prosperidade de toda a região do Golfo”, afirmou Witkoff, que se mostrou otimista quanto a um possível acordo de paz abrangente com o Irã. Ele acredita que agora é o momento adequado para negociações mais longas e significativas.

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