Sete soldados israelenses morreram em um ataque a um blindado na Faixa de Gaza, segundo o Exército. O incidente ocorreu em Khan Yunis e é um dos mais violentos em 20 meses de conflito. Os soldados faziam parte do 605º batalhão de engenheiros de combate, que trabalha para desmantelar as estruturas do Hamas. Desde o início da guerra em 7 de outubro de 2023, após um ataque do Hamas que matou 1.219 israelenses, mais de 440 soldados israelenses morreram. A campanha militar israelense causou a morte de mais de 56.000 palestinos, conforme dados do Ministério da Saúde de Gaza. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu lamentou as mortes e elogiou os soldados, enquanto o Fórum de Familiares Reféns e Desaparecidos criticou a continuidade da guerra, pedindo um fim aos combates.
Sete soldados israelenses perderam a vida em um ataque a um blindado na Faixa de Gaza, conforme informou o Exército nesta quarta-feira. O incidente, ocorrido em Khan Yunis, é um dos mais violentos em mais de 20 meses de conflito. O ataque foi realizado com um artefato explosivo enquanto as tropas estavam em operação.
Os soldados pertenciam ao 605º batalhão de engenheiros de combate, encarregado de desmantelar as infraestruturas do Hamas e abrir rotas para as forças israelenses. Entre os mortos, um comandante de pelotão foi destacado como um dos que “caiu nos combates no sul da Faixa de Gaza”.
A guerra em Gaza teve início em 7 de outubro de 2023, após um ataque do Hamas que resultou na morte de 1.219 israelenses. Desde então, mais de 440 soldados israelenses perderam a vida em combate. A campanha militar israelense, por sua vez, causou a morte de mais de 56.000 palestinos, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, considerados confiáveis pela ONU.
Reações e Consequências
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, lamentou as mortes e descreveu o dia como “difícil para o povo de Israel”. Ele elogiou os “combatentes heroicos” que lutam para derrotar o Hamas e libertar os reféns. A morte dos soldados reacendeu os apelos por um acordo que ponha fim aos combates em Gaza.
O Fórum de Familiares Reféns e Desaparecidos criticou a continuidade da guerra, afirmando que ela ocorre “sem um objetivo claro e sem um plano concreto”. O incidente destaca a escalada da violência e a complexidade do conflito, que continua a impactar profundamente a região.
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