O Departamento de Defesa dos EUA lançou 14 bombas MOP GBU-57 A/B em instalações nucleares do Irã, incluindo a de Fordow, que fica a cerca de 95 km de Teerã. O general Dan Caine confirmou os ataques, enquanto o Irã afirma que não houve danos significativos. A MOP pesa 14 mil kg e é feita para destruir bunkers a até 61 metros de profundidade. Embora não seja nuclear, pode causar contaminação ao atingir locais de enriquecimento de urânio. O vídeo dos testes mostra a bomba sendo lançada e a explosão no subsolo. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a instalação foi destruída, mas o líder iraniano, Ali Khamenei, negou isso, afirmando que não houve grandes estragos. O Irã retirou urânio de suas centrais antes dos ataques. A Agência Internacional de Energia Atômica monitora os efeitos dos ataques, que até agora causaram contaminação apenas nas instalações atacadas.
O Departamento de Defesa dos EUA divulgou um vídeo dos testes da bomba MOP GBU-57 A/B, utilizada em ataques a instalações nucleares do Irã. O general Dan Caine confirmou que 14 bombas foram lançadas contra três locais, incluindo a instalação de Fordow, no último sábado (21). O Irã, por sua vez, nega que os ataques tenham causado danos significativos.
A MOP GBU-57 A/B, com peso de 14 mil kg, é projetada para penetrar e destruir bunkers a profundidades de até 61 metros. Lançada exclusivamente por bombardeiros B-2, a bomba não é nuclear, mas pode causar contaminação local ao atingir estruturas de enriquecimento de urânio. O vídeo divulgado mostra a bomba sendo lançada e a explosão resultante no subsolo.
Fordow, localizada a cerca de 95 km de Teerã, foi construída para resistir a ataques aéreos, estando a aproximadamente 80 metros sob a superfície. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a instalação foi destruída, enquanto o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, contestou essa afirmação, alegando que não houve grandes estragos. Segundo o jornal “Financial Times”, o Irã retirou todo o urânio de suas centrais antes dos ataques.
Após o lançamento, a MOP é guiada remotamente até o alvo. Embora carregue uma ogiva convencional, há especulações sobre a possibilidade de liberação de material nuclear na área. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) monitora os impactos dos ataques em instalações nucleares iranianas, afirmando que contaminações anteriores ocorreram apenas nas próprias instalações atacadas.
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