A cúpula do Brics, que acontecerá nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro, pode ter a presença incerta de líderes do Oriente Médio devido à fragilidade do cessar-fogo entre Israel e Irã. Países como Egito, Arábia Saudita e Irã ainda não confirmaram se enviarão seus chefes de Estado ou representantes de menor escalão. Entre os 28 países convidados, cerca de 20 já confirmaram presença, incluindo o primeiro-ministro da China, Li Qiang. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não estará presente fisicamente por conta de um mandado de prisão, mas pode participar por videoconferência. A ausência do presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi também foi confirmada, refletindo as tensões na região. A situação no Oriente Médio, especialmente após o início do conflito na Faixa de Gaza, complicou a logística da cúpula, e o governo brasileiro entende a possível falta de líderes dessa região. Apesar das ausências, a expectativa é que representantes de alto nível de várias nações ainda compareçam ao evento.
A cúpula do Brics, marcada para os dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro, enfrenta incertezas quanto à presença de líderes do Oriente Médio. A fragilidade do cessar-fogo entre Israel e Irã pode impactar a participação de países como Egito, Arábia Saudita e Irã. A representação desses países ainda não foi confirmada, deixando em aberto se enviarão chefes de Estado ou representantes de menor escalão.
Entre os 28 países convidados, cerca de 20 já confirmaram presença em alto nível. A China enviará seu primeiro-ministro, Li Qiang, enquanto o presidente da Rússia, Vladimir Putin, não comparecerá pessoalmente devido a um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional. Um assessor do Kremlin indicou que Putin participará por videoconferência, mas essa informação não foi confirmada pelo governo brasileiro.
A ausência de líderes como o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi também foi confirmada, refletindo a escalada de tensões no Oriente Médio. Desde o início do conflito na Faixa de Gaza, em outubro de 2023, a situação na região se tornou instável, afetando a logística de participação na cúpula. O governo brasileiro considera compreensível a possível falta de presença de líderes do Oriente Médio, dada a instabilidade atual.
A expectativa é que a cúpula do Brics, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, ainda conte com a presença de representantes de alto nível de diversas nações, apesar das ausências notáveis. A situação do Irã, que enfrenta desafios internos e danos em suas instalações nucleares, também é uma incógnita para o evento.
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