A Gaza Humanitarian Foundation, liderada por Johnnie Moore, está enfrentando críticas após relatos de mortes de palestinos perto de seus pontos de distribuição de ajuda. Moore defendeu a organização, afirmando que as mortes não estão diretamente ligadas à GHF e criticou a desinformação, especialmente da ONU, que chamou as operações de “inseguras”. Desde que a GHF começou a atuar em Gaza, mais de 500 palestinos morreram e cerca de 4.000 ficaram feridos ao tentar acessar a ajuda. O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que qualquer operação que leve civis a áreas perigosas é insegura. Moore argumentou que a maioria das mortes é causada pelas Forças de Defesa de Israel, e não pela GHF, e que não há provas de que civis tenham sido mortos perto dos pontos de ajuda. A IDF negou ter dado ordens para disparar contra civis e afirmou que está trabalhando para melhorar a segurança. Testemunhas e profissionais de saúde relataram que as forças israelenses dispararam em multidões próximas aos locais de ajuda, mas o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou essas alegações. A GHF planeja fornecer 50 milhões de refeições em Gaza, mas a ajuda ainda é considerada insuficiente. Moore reconheceu que a operação é “ineficiente”, mas destacou que já entregaram mais do que antes. O Departamento de Estado dos EUA anunciou 30 milhões de dólares em financiamento para a GHF, a primeira contribuição direta ao grupo. Desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, a situação em Gaza piorou, com mais de 56.000 mortes relatadas. A GHF busca colaborar com a ONU para melhorar a distribuição de alimentos na região.
Defesa da GHF em meio a críticas
A Gaza Humanitarian Foundation (GHF), liderada por Johnnie Moore, enfrenta críticas após relatos de mortes de palestinos próximos a seus pontos de distribuição de ajuda. Moore defendeu a organização, afirmando que não é verdade que 100% das vítimas estejam relacionadas à GHF. Ele criticou a desinformação disseminada por organizações internacionais, incluindo a ONU, que classificou as operações como “inseguras”.
Desde que a GHF assumiu a distribuição de ajuda em Gaza, mais de 500 palestinos foram mortos e cerca de 4.000 ficaram feridos ao tentarem acessar os suprimentos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que “qualquer operação que canalize civis desesperados para zonas militarizadas é inerentemente insegura”. A GHF começou suas atividades em maio, e logo ocorreram incidentes fatais em junho, gerando condenação internacional.
Acusações e resposta da GHF
Moore alegou que a maioria das mortes não pode ser atribuída à GHF, mas sim à atuação das Forças de Defesa de Israel (IDF). Ele mencionou que não há evidências de que civis estejam sendo mortos em proximidade aos pontos de ajuda da GHF. A IDF, por sua vez, negou ter dado ordens para disparar contra civis e afirmou que está buscando melhorar a segurança nas áreas de distribuição.
Relatos de testemunhas e profissionais de saúde indicam que as forças israelenses abriram fogo em multidões próximas aos locais de ajuda. Um artigo do jornal Haaretz trouxe declarações de soldados da IDF, que afirmaram ter recebido ordens para dispersar civis. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou essas alegações, chamando-as de “falsidades maliciosas”.
Situação da ajuda humanitária
A GHF pretende fornecer 50 milhões de refeições em Gaza, embora a quantidade de ajuda ainda seja considerada insuficiente. Moore admitiu que a operação é “ineficiente”, mas ressaltou que a GHF já entregou mais do que estava disponível anteriormente. O Departamento de Estado dos EUA anunciou recentemente 30 milhões de dólares em financiamento para a GHF, marcando a primeira contribuição direta ao grupo.
Desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, a situação em Gaza se deteriorou, com mais de 56.000 mortes relatadas. A GHF busca colaborar com organizações como a ONU para melhorar a distribuição de alimentos e atender às necessidades da população local.
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