O conflito entre Israel e Irã começou em 1948, quando o Irã reconheceu Israel, mas mudou em 1979, após a Revolução Islâmica, que fez do país um inimigo. A tensão aumentou com o programa nuclear iraniano, especialmente após a descoberta de usinas secretas em 2002, levando a sanções. Em 2010, Israel atacou o programa nuclear do Irã com um ciberataque. Em 2015, um acordo nuclear foi assinado, mas em 2018, os EUA saíram do acordo e Israel intensificou ataques contra aliados do Irã. O assassinato do cientista nuclear Mohsen Fakhrizadeh em 2020 e o aumento do enriquecimento de urânio pelo Irã em 2021 pioraram a situação. Em 2023, um ataque do Hamas a Israel trouxe o Irã novamente ao foco. Entre 2024 e 2025, Israel bombardeou a embaixada iraniana na Síria e atacou a usina nuclear de Natanz, enquanto o Irã respondeu com mísseis. Os EUA se juntaram a Israel, mas um cessar-fogo foi alcançado após intensos combates. Hoje, as instalações nucleares do Irã estão danificadas, mas ainda operam parcialmente, e as tensões permanecem altas, com esforços diplomáticos para evitar novos conflitos.
O conflito entre Israel e Irã atravessa décadas e passou por mudanças profundas desde seu início. Em 1948, o Irã foi um dos primeiros países a reconhecer Israel. No entanto, esse cenário mudou completamente em 1979, com a Revolução Islâmica no Irã, que rompeu a aliança e fez com que o novo governo passasse a tratar Israel como inimigo.
Nos anos seguintes, a tensão se concentrou no desenvolvimento do programa nuclear iraniano. Em 2002, veio à tona a descoberta de usinas nucleares secretas no Irã, o que gerou sanções internacionais. O embate se intensificou em 2010, quando Israel realizou um ataque cibernético que prejudicou significativamente o programa nuclear do país. Em 2015, houve um respiro: o Irã assinou um acordo nuclear com potências internacionais, sob supervisão da ONU.
Mas a escalada voltou a ganhar força a partir de 2018. Naquele ano, os Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, se retiraram do acordo nuclear, e Israel passou a intensificar ataques contra aliados do Irã. Em 2020, o cientista nuclear iraniano Mohsen Fakhrizadeh foi assassinado, agravando ainda mais o cenário. No ano seguinte, em 2021, o Irã retomou o enriquecimento de urânio acima do limite estabelecido. Em 2023, o ataque do Hamas a Israel colocou novamente o Irã no centro das atenções, por ser um dos principais aliados do grupo.
O auge do conflito aconteceu entre 2024 e 2025. Em 2024, Israel bombardeou a embaixada iraniana na Síria. Já em 2025, a sequência de ataques ganhou força:
- Israel atacou a usina nuclear de Natanz.
- O Irã respondeu lançando mísseis.
- Os Estados Unidos entraram no conflito ao lado de Israel.
- Após dias de confrontos, um acordo de cessar-fogo foi firmado.
Atualmente, as instalações nucleares do Irã estão danificadas, mas seguem operando parcialmente. Mesmo com o cessar-fogo, as tensões continuam elevadas, enquanto a diplomacia internacional tenta evitar uma nova escalada no conflito.
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