Forças do governo sírio e grupos criminosos atacaram alauitas entre 7 e 9 de março, matando quase 1.500 pessoas. A Reuters descobriu que esses ataques foram ordenados por líderes em Damasco, após uma rebelião de ex-oficiais leais a Bashar al-Assad que resultou na morte de 200 membros das forças sírias. A investigação incluiu entrevistas com mais de 200 famílias de vítimas e análise de documentos e vídeos. Após a queda de Assad, Ahmed al-Sharaa assumiu a liderança e prometeu investigar os massacres. Os ataques, que ocorreram em 40 locais, foram vistos como uma resposta desastrosa do governo a uma tentativa de golpe, levando a uma brutalidade extrema, com vídeos mostrando alauitas sendo humilhados. As regiões de Latakia, Tartous e Hama foram as mais afetadas, e muitos alauitas buscaram abrigo em bases russas. Apesar da promessa de investigação, os ataques continuaram, com 20 alauitas mortos entre 10 de maio e 4 de junho, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
Forças ligadas ao governo sírio e facções criminosas perpetraram massacres contra alauitas entre 7 e 9 de março, resultando na morte de quase 1.500 pessoas. A investigação da Reuters revelou uma cadeia de comando que conecta os agressores a líderes em Damasco.
Os ataques ocorreram em 40 locais e foram desencadeados por uma rebelião de ex-oficiais leais a Bashar al-Assad, que culminou na morte de 200 membros das forças sírias. A Reuters entrevistou mais de 200 famílias de vítimas e analisou documentos, vídeos e listas de nomes para confirmar a veracidade dos eventos.
Após a queda de Assad, o governo sírio passou a ser liderado por Ahmed al-Sharaa, ex-líder do grupo Hayat Tahrir al-Sham (HTS). Em resposta aos massacres, al-Sharaa prometeu punir os responsáveis e ordenou uma investigação sobre a escalada da violência. O porta-voz do comitê, Yasser Farhan, afirmou que o relatório será entregue em duas semanas.
Os massacres foram atribuídos a ordens desastrosas do governo, que interpretou uma tentativa de golpe como uma ameaça a todos os alauitas, minoria de 2 milhões de pessoas. Vídeos mostram brutalidade extrema, com combatentes forçando alauitas a se humilharem. As vítimas incluíram famílias inteiras, com crianças e idosos entre os mortos.
As regiões de Latakia, Tartous e Hama foram severamente afetadas, com muitos moradores buscando abrigo em bases russas. Apesar da promessa de investigação, os ataques continuam, com 20 alauitas mortos entre 10 de maio e 4 de junho, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
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