- Cuba enfrenta uma crise energética severa, com quase metade do território submetida a cortes de energia de até 20 horas diárias.
- As grandes cidades, como Santiago de Cuba e Holguín, são as mais afetadas, com apagões ocorrendo durante o horário de pico.
- Em La Havana, os cortes variam entre oito horas e ocorrem várias vezes ao dia, inclusive à noite.
- A empresa estatal União Eléctrica informou que os apagões continuarão ao longo do verão, devido à queda nas importações de combustível.
- As sanções dos Estados Unidos e problemas estruturais no setor elétrico agravam a situação, impactando a qualidade de vida da população.
Cuba enfrenta uma grave crise energética, com quase metade do território submetida a cortes de energia que podem chegar a 20 horas diárias. A situação é especialmente crítica em grandes cidades como Santiago de Cuba e Holguín, onde os apagões ocorrem durante o horário de maior demanda. Em La Havana, os cortes variam entre oito horas e ocorrem várias vezes ao dia, incluindo durante a noite.
A empresa estatal União Eléctrica anunciou que os apagões continuarão ao longo do verão, atribuindo a crise à queda nas importações de combustível. As autoridades cubanas afirmam que as sanções dos Estados Unidos dificultam a importação de materiais e combustíveis necessários para a manutenção da infraestrutura elétrica, que já se encontra deteriorada.
Além das sanções, especialistas independentes apontam que a crise energética é resultado de problemas estruturais e de anos de infrafinanciamento no setor elétrico. A União Eléctrica destaca que a redução nas importações de combustíveis de países como Venezuela, México e Rússia é um fator crucial para a atual situação.
Os apagões têm gerado descontentamento entre a população, que enfrenta dificuldades para realizar atividades cotidianas. A crise energética em Cuba, portanto, não é apenas um desafio técnico, mas também um fator que afeta diretamente a qualidade de vida dos cubanos.
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