- Gervasio Sánchez apresenta a exposição “Memoria e realidad” no Centro de Arte Alcobendas, em Madrid.
- A mostra, que ficará em cartaz até 7 de setembro, exibe imagens de mais de duas dezenas de guerras e suas consequências.
- Projetos destacados incluem “Vidas minadas”, que retrata vítimas de minas antipessoal, e “Violencia contra las mujeres”, que aborda o sofrimento das mulheres em conflitos.
- Entre as imagens, estão retratos de uma menina colombiana que ficou cega após ativar uma mina e de um homem que perdeu as pernas em um acidente similar.
- A exposição também inclui o projeto “Desaparecidos”, que investiga as consequências a longo prazo das guerras.
Gervasio Sánchez, fotógrafo reconhecido por documentar conflitos e violações de direitos humanos, apresenta sua nova exposição, “Memoria e realidad”, no Centro de Arte Alcobendas, na Comunidade de Madrid. A mostra, que ficará em cartaz até 7 de setembro, reúne imagens impactantes de mais de duas dezenas de guerras e suas consequências.
A exposição destaca projetos como “Vidas minadas”, que retrata as vítimas de minas antipessoal, e “Violencia contra las mujeres”, que aborda o sofrimento específico das mulheres em contextos de guerra. Sánchez, que tem uma carreira de quatro décadas, utiliza a fotografia como uma ferramenta de ativismo e denúncia. Ele afirma que, apesar de trabalhar com temas sombrios, seu foco é a vida e a dignidade das pessoas afetadas.
Entre as imagens, estão retratos de Mónica Paola Ardila, uma menina colombiana que ficou cega após ativar uma mina, e Fanar Zekri, que perdeu as pernas em um acidente similar. Essas histórias, capturadas com sensibilidade, revelam a resiliência humana em meio ao horror. “É minha obrigação me aproximar das pessoas com respeito”, diz Sánchez sobre seu trabalho.
A exposição também inclui o projeto “Desaparecidos”, que investiga as consequências a longo prazo das guerras, e imagens de mulheres afegãs que lutam contra casamentos forçados. Sánchez, que já recebeu diversos prêmios, como o Premio Nacional de Fotografía, continua a documentar a realidade de conflitos, ressaltando a importância de dar voz aos que sofreram.
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