- A Ucrânia e a Rússia intensificaram ataques aéreos no Mar Negro em 24 de julho, após negociações em Istambul sem progresso para um cessar-fogo.
- Drones russos atingiram o porto de Odessa, ferindo quatro pessoas e danificando o mercado de Pryvoz.
- As forças russas dispararam 103 drones e quatro mísseis, atingindo também Cherkasy, onde mais de dez prédios residenciais foram danificados e sete pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança.
- O vice-primeiro-ministro da Ucrânia, Oleskiy Kuleba, denunciou que as infraestruturas civis foram os principais alvos dos ataques.
- A ONU reportou que junho teve o maior número mensal de vítimas civis em três anos, com 232 mortos e 1.343 feridos.
A Ucrânia e a Rússia intensificaram seus ataques aéreos no Mar Negro nesta quinta-feira, 24, após uma rodada de negociações em Istambul que não resultou em avanços para um cessar-fogo. Drones russos atingiram o porto de Odessa, ferindo pelo menos quatro pessoas e causando danos significativos ao patrimônio histórico da cidade, incluindo o famoso mercado de Pryvoz.
As forças russas dispararam 103 drones e quatro mísseis durante a madrugada, atingindo também a cidade de Cherkasy, onde mais de dez prédios residenciais foram danificados e sete pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança de 9 anos. O vice-primeiro-ministro da Ucrânia, Oleskiy Kuleba, denunciou que as infraestruturas civis, como portos e centros de transporte, foram os principais alvos dos ataques.
Em resposta, a Rússia informou que destroços de um drone atingiram uma mulher em Krasnodar, próximo a Sochi, e suspendeu voos no aeroporto local por cerca de quatro horas. Os ataques aéreos têm se intensificado, com a ONU reportando que junho registrou o maior número mensal de vítimas civis em três anos, com 232 mortos e 1.343 feridos.
As delegações russa e ucraniana discutiram novas trocas de prisioneiros em Istambul, mas não houve progresso em relação a um cessar-fogo. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou a falta de avanços, afirmando que, enquanto propostas de paz são apresentadas, os ataques continuam. As Forças Armadas ucranianas, por sua vez, têm retaliado, atacando instalações de energia e bases militares na Rússia.
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