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Israel realiza bombardeios no Vale do Bekaa após pedido do Líbano contra Hezbollah

Israel intensifica bombardeios no Líbano, visando a fábrica de mísseis do Hezbollah, após apelo do presidente libanês por desarmamento do grupo

'Corrupto' e 'desleal': as acusações de fazendeiros dos EUA contra o Brasil feitas ao governo Trump (Foto: Reprodução)
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  • Israel intensificou bombardeios no Vale do Bekaa, Líbano, nesta quinta-feira, 31.
  • Os ataques visaram a maior fábrica de mísseis do Hezbollah, conforme confirmado pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz.
  • O presidente libanês, Joseph Aoun, havia solicitado ao Hezbollah que se desarmasse e confiasse no Estado libanês.
  • As áreas afetadas incluem Brital e a região entre Nasiriyah e Tallet al Sandouk.
  • Os bombardeios seguem uma onda de hostilidades que resultou na morte de doze pessoas há duas semanas, aumentando as tensões desde o cessar-fogo de novembro do ano passado.

Israel intensificou sua ofensiva no Líbano nesta quinta-feira, 31, com bombardeios direcionados ao Vale do Bekaa. Os ataques ocorreram logo após o presidente libanês, Joseph Aoun, solicitar publicamente que o Hezbollah se desarmasse e confiasse no Estado libanês.

As áreas afetadas incluem os arredores de Brital e a região entre Nasiriyah e Tallet al Sandouk, conforme relatado pela Agência Nacional de Notícias do Líbano (ANN). O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, confirmou que a operação visava a maior fábrica de mísseis de precisão do Hezbollah, que já havia sido alvo de ataques anteriores. Katz enfatizou que qualquer tentativa de reabilitação da infraestrutura militar do grupo seria respondida com “força implacável”.

Os bombardeios de hoje seguem uma onda de ataques que, há duas semanas, resultou na morte de 12 pessoas e ferimentos em várias outras, marcando um aumento significativo nas hostilidades desde o cessar-fogo estabelecido em novembro do ano passado. Apesar da trégua, Israel tem mantido suas operações, frequentemente alegando que os alvos são membros do Hezbollah ou suas instalações.

Aoun, em seu apelo, pediu ao Hezbollah que apostasse “unicamente” no Estado libanês, ressaltando que a confiança no governo é essencial para evitar que os sacrifícios feitos pela população sejam em vão. Ele destacou que todo o armamento do país deve estar sob controle estatal, especialmente após os conflitos recentes com Israel.

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