- Donald Trump anunciou que tentará negociar a devolução de território ucraniano em reunião com Vladimir Putin no Alasca.
- O ex-presidente dos Estados Unidos afirmou que a Rússia ocupa parte significativa da Ucrânia desde 2014 e que seu objetivo é recuperar áreas estratégicas.
- Trump mencionou a possibilidade de “trocas de terras” e a importância de um acordo que beneficie ambas as partes.
- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou a falta de envolvimento de Kyiv nas negociações, afirmando que acordos sem sua participação serão considerados “decisões mortas”.
- A reunião ocorre em um momento crítico, com Trump estabelecendo um prazo para que a Rússia concorde com um cessar-fogo ou enfrente novas sanções dos Estados Unidos.
Donald Trump anunciou que tentará negociar a devolução de território ucraniano em reunião com Vladimir Putin no Alasca. O ex-presidente dos Estados Unidos afirmou que a Rússia ocupa uma parte significativa da Ucrânia desde 2014 e que seu objetivo é recuperar áreas estratégicas. Durante uma coletiva de imprensa, Trump destacou que as conversas serão uma oportunidade para pressionar Putin a encerrar o conflito.
O encontro, agendado para sexta-feira, 15 de setembro, será descrito por Trump como uma “reunião de avaliação”. Ele mencionou a possibilidade de “trocas de terras” e a importância de um acordo que beneficie ambas as partes. O ex-presidente se comprometeu a informar líderes europeus caso Putin apresente uma proposta justa. Trump também planeja contatar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, antes e depois da reunião.
Zelensky, por sua vez, criticou a falta de envolvimento da Ucrânia nas negociações. Ele afirmou que qualquer acordo feito sem a participação de Kyiv será considerado “decisões mortas”. O presidente ucraniano enfatizou a necessidade de que seu país esteja presente nas discussões sobre seu próprio território, ressaltando que a soberania ucraniana deve ser respeitada.
A reunião no Alasca ocorre em um momento crítico, já que Trump havia estabelecido um prazo para que a Rússia concordasse com um cessar-fogo ou enfrentasse novas sanções dos EUA. O desdobramento das conversas pode impactar não apenas a situação na Ucrânia, mas também as relações internacionais e a segurança na região.
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