- Um Boeing 757, conhecido como C-32B, pousou no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no dia dezenove de setembro.
- A aeronave, associada à CIA, chegou às dezessete horas e treze minutos e decolou para São Paulo algumas horas depois.
- Operado pelo 150º Esquadrão de Operações Especiais da Força Aérea Americana, o C-32B é utilizado em missões especiais, incluindo o transporte de diplomatas e agentes de inteligência.
- A presença do C-32B gerou especulações, pois a aeronave não possui identificação externa e é conhecida por operar em situações de crise.
- A Polícia Federal realizou procedimentos migratórios padrão, mas não divulgou informações sobre a missão da aeronave.
Um Boeing 757, conhecido como C-32B, pousou no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, na tarde de 19 de setembro. A aeronave, associada à CIA, chegou às 17h13 e decolou para São Paulo algumas horas depois, sem que autoridades confirmassem a razão de sua presença no Brasil.
Operado pelo 150º Esquadrão de Operações Especiais da Força Aérea Americana, o C-32B é um modelo modificado do Boeing 757-200. Este tipo de aeronave é frequentemente utilizado em missões especiais, incluindo o transporte de diplomatas e agentes de inteligência. A missão atual teve início em 18 de agosto, partindo de Nova Jersey, com escalas em Tampa e San Juan.
A presença do C-32B gerou especulações, uma vez que a aeronave não exibe identificação externa e é conhecida por operar em situações de crise. O avião, apelidado de “Gatekeeper”, já foi mobilizado em eventos significativos, como a explosão no porto de Beirute em 2020 e durante os Jogos Olímpicos. Equipado com tecnologia avançada, o C-32B possui sistemas de comunicação sofisticados e capacidade de reabastecimento em voo, permitindo operações sigilosas.
A Polícia Federal realizou os procedimentos migratórios padrão, mas não forneceu detalhes adicionais sobre a missão. O C-32B decolou para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 20h, sem que mais informações sobre sua presença no Brasil fossem divulgadas. Até o momento, tanto autoridades brasileiras quanto americanas não esclareceram o objetivo da operação.
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