- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a intenção de negociar a liberação de todos os reféns e o fim da guerra em Gaza.
- Netanyahu confirmou que seu gabinete aprovou planos para uma ofensiva em Gaza City, apesar da oposição internacional.
- Hamas aceitou um cessar-fogo de 60 dias, mediado por Qatar e Egito, que incluiria a liberação de metade dos reféns, mas Netanyahu rejeitou a proposta.
- As Forças de Defesa de Israel (IDF) iniciaram bombardeios em Gaza City e planejam evacuar a população local para o sul.
- A situação humanitária em Gaza é crítica, com escassez de recursos e serviços básicos, e Israel acredita que apenas 20 dos 50 reféns ainda estão vivos.
O conflito entre Israel e Hamas continua a se intensificar, com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciando a intenção de iniciar negociações para a liberação de todos os reféns e um fim à guerra em Gaza. Em um discurso para as tropas, Netanyahu afirmou que seu gabinete aprovou planos para uma ofensiva massiva em Gaza City, apesar da oposição internacional e interna.
Hamas, por sua vez, aceitou uma proposta de cessar-fogo de 60 dias mediada por Qatar e Egito, que incluiria a liberação de metade dos reféns. No entanto, Netanyahu rejeitou essa proposta, afirmando que Israel só concordaria com um acordo que garantisse a libertação total dos reféns de uma só vez. Ele destacou que a derrota do Hamas e a libertação dos reféns são interdependentes.
As forças de defesa israelenses (IDF) já iniciaram bombardeios em áreas de Gaza City, enquanto se preparam para evacuar a população de um milhão de residentes para o sul, antes da ofensiva. A ministério da saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, expressou sua rejeição a qualquer ação que comprometa o sistema de saúde local. Organizações internacionais e a ONU afirmaram que continuarão a prestar assistência àqueles que não puderem ou não quiserem se deslocar.
Israel acredita que apenas 20 dos 50 reféns ainda estão vivos após 22 meses de conflito. A situação humanitária em Gaza permanece crítica, com a população enfrentando escassez de recursos e serviços básicos. As negociações para um cessar-fogo e a liberação de reféns continuam a ser um tema central, mas as perspectivas de um acordo duradouro permanecem incertas.
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