- Um incêndio foi controlado em uma usina nuclear na região de Kursk, na Rússia, após um drone ucraniano danificar um transformador.
- Autoridades russas afirmaram que não houve riscos de radiação e nenhuma vítima.
- A Ucrânia celebra seu Dia da Independência, que marca a separação da União Soviética em mil novecentos e noventa e um.
- O Reino Unido anunciou aumento no apoio militar à Ucrânia, com treinamento de soldados até o final de dois mil e vinte e seis.
- A Rússia afirmou ter tomado duas aldeias na região de Donetsk, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, continua a exigir um cessar-fogo incondicional.
Um incêndio foi controlado em uma usina nuclear na região de Kursk, na Rússia, após um drone ucraniano causar danos a um transformador. Segundo autoridades russas, a detonação do drone não resultou em riscos de radiação e não houve vítimas. A situação em torno das instalações nucleares permanece crítica, com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) pedindo cautela de ambos os lados.
Enquanto isso, a Ucrânia celebra seu Dia da Independência, que marca a declaração de independência do país da União Soviética em 1991. O governo britânico demonstrou apoio ao país, com bandeiras ucranianas sendo hasteadas em Downing Street. O Secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, anunciou um aumento no apoio militar à Ucrânia, destacando que especialistas britânicos continuarão a treinar soldados ucranianos até pelo menos o final de 2026.
No front de batalha, a Rússia afirmou ter tomado duas aldeias na região de Donetsk, embora o avanço das tropas russas tenha sido lento e custoso. Atualmente, a Rússia controla cerca de 20% do território ucraniano. A diplomacia também está em alta, com o presidente dos EUA, Donald Trump, se reunindo com o presidente russo, Vladimir Putin, em um encontro que visava promover a paz na Ucrânia. Apesar das declarações otimistas, Trump expressou frustração com a falta de um acordo de paz.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, continua a exigir um cessar-fogo incondicional, enquanto seus aliados europeus também pressionam por um fim nas hostilidades. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que Putin está disposto a se encontrar com Zelensky, mas que a agenda para tal reunião ainda não está pronta.
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