- A Ucrânia atacou a Rússia com drones neste domingo, causando danos a uma usina nuclear e a um terminal de exportação de combustível.
- A usina nuclear de Kursk, a 60 quilômetros da fronteira com a Ucrânia, teve um transformador auxiliar danificado, reduzindo em cinquenta por cento a capacidade operacional do reator nº 3.
- No Golfo da Finlândia, o porto de Ust-Luga foi atingido, resultando em incêndios no terminal de exportação de combustível da Novatek.
- O governador da região de Leningrado, Alexander Drozdenko, informou que dez drones foram abatidos, mas não houve vítimas.
- Um ataque em Syzran feriu uma criança, e a Ucrânia não comentou oficialmente sobre os ataques, que visam retaliar bombardeios russos.
A Ucrânia lançou um ataque com drones contra a Rússia neste domingo, resultando em danos significativos a uma usina nuclear e a um terminal de exportação de combustível. O ataque, que ocorreu em meio a um cenário de conversas de paz, intensificou a tensão na guerra entre os dois países.
As autoridades russas relataram que a usina nuclear de Kursk, localizada a 60 km da fronteira com a Ucrânia, sofreu danos em um transformador auxiliar após a interceptação de um drone. Isso levou a uma redução de 50% na capacidade operacional do reator nº 3, embora os níveis de radiação tenham permanecido normais e não tenha havido feridos.
No Golfo da Finlândia, o porto de Ust-Luga também foi alvo de drones ucranianos, resultando em incêndios no terminal de exportação de combustível operado pela Novatek. O governador da região de Leningrado, Alexander Drozdenko, confirmou que dez drones foram abatidos, mas não houve vítimas. Imagens não verificadas mostraram a explosão e a fumaça elevada após o impacto.
Além disso, um ataque em Syzran, no sul da Rússia, feriu uma criança, conforme relatou o governador da região de Samara. A Ucrânia não comentou oficialmente sobre os ataques, mas tem afirmado que suas ações visam retaliar os contínuos bombardeios russos e destruir infraestrutura militar crucial.
A situação permanece crítica, com a Agência Internacional de Energia Atômica alertando sobre a necessidade de proteção das instalações nucleares em meio à escalada do conflito.
Entre na conversa da comunidade