- Membros da comunidade ucraniana e manifestantes realizaram atos em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba no dia 24 de agosto, em celebração ao dia da independência da Ucrânia.
- As manifestações criticaram a postura do governo brasileiro em relação à Rússia, que continua a invasão à Ucrânia.
- Em São Paulo, os manifestantes marcharam com uma bandeira gigante e ramos de girassóis, símbolo da Ucrânia.
- O cônsul honorário de São Paulo, Jorge Rybka, expressou gratidão pelo apoio recebido e criticou empresas brasileiras que compram produtos russos.
- A Câmara dos Deputados realizará uma sessão especial no dia 25 de agosto para celebrar os laços entre Brasil e Ucrânia e apoiar o país em conflito.
Membros da comunidade ucraniana e manifestantes realizaram atos em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba neste domingo (24), em celebração ao dia da independência da Ucrânia. As manifestações visam criticar a postura do governo brasileiro em relação à Rússia, que continua sua invasão ao país europeu.
Na Avenida Paulista, em São Paulo, os manifestantes marcharam com uma bandeira gigante e ramos de girassóis, símbolo importante da Ucrânia. O cônsul honorário de São Paulo, Jorge Rybka, expressou sua gratidão pelo apoio recebido e criticou empresas brasileiras que compram produtos russos, afirmando que isso financia a guerra. Cartazes expunham imagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um aperto de mão simbólico com o ditador russo Vladimir Putin, ressaltando a controvérsia em torno do apoio do Brasil à Rússia.
Além de São Paulo, atos ocorreram na Avenida Atlântica, em Copacabana, e no memorial ucraniano em Curitiba. Celebrações religiosas também foram realizadas em igrejas ucranianas no Paraná. O dia 24 de agosto é significativo, pois marca a aprovação da independência da Ucrânia da União Soviética em 1991, e é utilizado para protestar contra a invasão russa iniciada em fevereiro de 2022.
Na segunda-feira (25), a Câmara dos Deputados realizará uma sessão especial às 9h para celebrar os laços entre Brasil e Ucrânia, além de prestar apoio ao país em conflito. A comunidade ucraniana no Brasil, que conta com cerca de 500 mil pessoas, é uma das maiores do país, com uma imigração que começou há 134 anos.
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