- A China confirmou que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, participará de um desfile militar em Pequim no dia 3 de setembro.
- O evento celebra os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e contará com a presença de 26 líderes, incluindo Vladimir Putin e Xi Jinping.
- O desfile ocorrerá na Praça da Paz Celestial e apresentará equipamentos militares avançados, como armas pesadas, sistemas hipersônicos e drones.
- Xi Jinping fará a inspeção das tropas e um discurso durante o evento, que incluirá marchas de tropas terrestres e esquadrões aéreos.
- A presença de Kim e Putin destaca a crescente cooperação entre China, Coreia do Norte e Rússia, especialmente após um pacto de defesa mútua assinado em 2024.
A China confirmou que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, participará de um desfile militar em Pequim no dia 3 de setembro, em comemoração aos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. O evento contará com a presença de 26 líderes, incluindo o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente chinês, Xi Jinping. Esta será a primeira visita de Kim ao território chinês desde suas conversas com Xi em janeiro de 2019.
O desfile ocorrerá na Praça da Paz Celestial e será uma exibição de força militar, com a apresentação de equipamentos de última geração. O governo chinês anunciou que serão mostradas armas pesadas, sistemas hipersônicos e drones inovadores. Xi Jinping fará a inspeção das tropas e um discurso durante o evento, que também incluirá marchas de tropas terrestres e esquadrões aéreos.
Relações Geopolíticas
A presença de Kim e Putin no desfile destaca a crescente cooperação entre China, Coreia do Norte e Rússia, especialmente após a assinatura de um pacto de defesa mútua entre Pyongyang e Moscou em 2024. Este evento simboliza não apenas a força militar da China, mas também a sua posição como um ator central nas discussões sobre segurança na região, em um contexto de tensões com os Estados Unidos e a União Europeia.
O desfile é significativo, pois marca a vitória da China sobre o Japão, um evento que é celebrado anualmente desde que a Assembleia Nacional Popular declarou o dia como feriado nacional em 2014. A exibição militar deste ano promete ser uma das maiores em anos, reunindo líderes de nações que compartilham interesses comuns em um cenário global cada vez mais polarizado.
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