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Hackers chineses atacam mais de 200 empresas nos Estados Unidos, alerta FBI

Campanha de hacking compromete dados de telecomunicações nos EUA e afeta empresas em 80 países, segundo o FBI

Foto: Reprodução
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  • O FBI confirmou que a campanha de hacking Salt Typhoon, supostamente apoiada pela China, comprometeu pelo menos 200 empresas nos Estados Unidos.
  • Entre as empresas afetadas estão grandes provedores de telecomunicações, como AT&T, Verizon e Lumen.
  • A operação afetou empresas em 80 países, focando em registros de comunicações, incluindo chamadas de políticos e autoridades americanas.
  • O FBI alertou que o Salt Typhoon tem como alvo roteadores corporativos, desviando tráfego sensível de redes.
  • A agência recomendou que cidadãos americanos utilizem aplicativos de mensagens criptografadas para proteger suas comunicações.

O FBI confirmou que a campanha de hacking Salt Typhoon, supostamente apoiada pela China, comprometeu pelo menos 200 empresas nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo diretor assistente do FBI, Brett Leatherman, ao The Washington Post. Entre as empresas afetadas estão grandes provedores de telecomunicações, como AT&T, Verizon e Lumen, além de Charter Communications e Windstream.

A operação de espionagem teve um alcance global, afetando empresas em 80 países e focando em registros de comunicações, incluindo chamadas telefônicas de políticos e autoridades americanas. Essa estratégia permite aos hackers mapear contatos e comunicações obtidas por meio de ordens judiciais. Diante da gravidade da situação, o FBI recomendou que cidadãos americanos utilizem aplicativos de mensagens criptografadas para proteger suas comunicações.

Ameaça Contínua

Em um comunicado conjunto, o FBI e cerca de duas dezenas de agências internacionais alertaram que o Salt Typhoon tem como alvo roteadores corporativos, desviando tráfego sensível de redes. O FBI também forneceu orientações técnicas para ajudar as empresas a identificar possíveis intrusões. Leatherman destacou que a ameaça chinesa é contínua, indicando que ataques semelhantes podem ocorrer no futuro, o que reforça a necessidade de vigilância constante por parte de empresas e cidadãos.

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