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Youn Bummo assume presidência da Bienal de Gwangju com nova visão artística

Youn Bummo busca revitalizar a Gwangju Biennale, promovendo diálogo crítico e conexão com a comunidade local na próxima edição de 2024

Youn Bummo foi membro do comitê organizador da primeira Bienal de Gwangju, há 30 anos (Foto: Reprodução)
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  • Youn Bummo foi nomeado presidente da Gwangju Biennale Foundation, retornando ao evento que ajudou a fundar em 1995.
  • A próxima edição da Biennale ocorrerá em 2024 e será curada pelo artista de cinema Ho Tzu Nyen.
  • O foco da edição será em temas de mudança e identidade, refletindo a história de luta pela democracia em Gwangju.
  • Youn pretende fortalecer a identidade do evento e torná-lo um centro de discurso crítico na arte, conectando-se com a comunidade local.
  • Outras instituições artísticas na Coreia do Sul também estão passando por mudanças de liderança, indicando uma nova fase na arte do país.

Youn Bummo assume presidência da Gwangju Biennale Foundation com foco em identidade e mudança

Youn Bummo foi nomeado presidente da Gwangju Biennale Foundation, um retorno significativo, já que ele fez parte da equipe organizadora da primeira edição em 1995. O evento, que celebra a luta pela democracia na Coreia do Sul, se tornou um marco na cena artística global. A próxima edição, marcada para 2024, será curada pelo artista de cinema de Singapura, Ho Tzu Nyen, e abordará temas de mudança e identidade.

Youn, que também foi diretor do Museu de Arte Moderna e Contemporânea (MMCA), expressou sua determinação em moldar uma nova era para a Biennale. Ele afirmou que sua missão é construir sobre os 30 anos de história do evento, enfatizando a necessidade de cultivar uma identidade distintiva que reflita a singularidade de Gwangju. “Estamos em um ponto de virada, e é crucial que a Biennale tenha caráter”, disse Youn.

A edição de 2024 surge em um contexto de demandas por transformação, tanto local quanto globalmente. Youn acredita que a Biennale deve se tornar um centro de discurso crítico para profissionais da arte, ao mesmo tempo em que se conecta com a comunidade local. Ele destacou a importância de elevar o “espírito” de Gwangju, que simboliza democracia e direitos humanos, através da arte.

Além de Youn, outras instituições artísticas na Coreia do Sul também estão passando por mudanças de liderança. O novo diretor do Museu Nacional da Coreia, You Hong-jun, e a curadoria da próxima edição do Busan Biennale por Amal Khalaf e Evelyn Simons, que focará em resistência e esperança, refletem uma nova fase na arte coreana.

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