- Kim Jong-un chegou a Pequim nesta terça-feira, dia 2 de setembro, para participar de uma parada militar.
- O evento, que celebra os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, ocorrerá na Praça Tiananmen.
- O líder norte-coreano se juntará aos presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, para exibir poder militar.
- Esta é a primeira visita de Kim à China desde 2019 e reflete a aproximação entre Coreia do Norte, China e Rússia.
- O desfile militar, programado para quarta-feira, dia 3, contará com armamentos avançados, mas o público não poderá assistir ao evento ao vivo.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, chegou a Pequim nesta terça-feira (2) para participar de uma parada militar ao lado dos presidentes Xi Jinping e Vladimir Putin. O evento, que celebra os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, ocorrerá na Praça Tiananmen e tem como objetivo exibir o poder militar dos três países em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos.
Esta é a primeira visita de Kim à China desde 2019 e reflete a crescente aproximação entre a Coreia do Norte, China e Rússia. A chegada de Kim foi confirmada pelo Voice of Korea, após a KCNA ter noticiado sua partida de Pyongyang. O desfile militar, programado para esta quarta-feira (3), contará com armamentos avançados, incluindo drones, aviões de combate e mísseis estratégicos. O público não poderá assistir ao evento ao vivo, que promete ser a maior exibição militar da China desde 2019.
Contexto Geopolítico
A visita de Kim ocorre em um momento de intensificação das relações entre os três países, que buscam reforçar sua unidade diante das pressões externas. Antes de sua partida, Kim inspecionou um centro de pesquisa de mísseis balísticos e anunciou um novo motor para o ICBM Hwasong-20. A presença conjunta de Kim, Xi e Putin na parada militar simboliza um esforço coordenado para demonstrar força e coesão em um cenário global cada vez mais polarizado.
A exibição militar não apenas destaca o poderio bélico da China, mas também serve como um recado claro aos EUA e seus aliados. A colaboração entre esses países, especialmente em áreas de defesa e tecnologia militar, pode ter implicações significativas para a segurança regional e global.
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