- O Elevador da Glória, em Lisboa, sofreu um acidente em 3 de outubro, resultando na morte de 17 pessoas e 21 feridos.
- A Polícia Judiciária investiga o descarrilamento, que pode ter sido causado pela ruptura de um cabo de tração.
- O governo brasileiro confirmou que não há brasileiros entre as vítimas e ofereceu assistência através do Consulado-Geral em Lisboa.
- O Ministério Público de Portugal abriu um inquérito e a empresa Carris, responsável pelo elevador, realizará uma investigação interna.
- Líderes internacionais, incluindo o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentaram a tragédia e pediram uma investigação rápida.
O Elevador da Glória, um dos principais pontos turísticos de Lisboa, sofreu um grave acidente na tarde de quarta-feira, 3 de outubro, resultando na morte de 17 pessoas e deixando 21 feridos. O descarrilamento, que ocorreu durante o horário de pico, é investigado pela Polícia Judiciária, que suspeita que a ruptura de um cabo de tração tenha sido a causa do incidente.
O governo brasileiro expressou solidariedade às vítimas e confirmou que não há brasileiros entre os mortos. O Itamaraty informou que o Consulado-Geral em Lisboa está disponível para prestar assistência a cidadãos brasileiros e seus familiares. O prefeito de Lisboa, Carlos Moedas, declarou que a cidade está em luto e que o acidente é uma tragédia sem precedentes.
Investigações em Andamento
O Ministério Público de Portugal abriu um inquérito para apurar as causas do acidente. A Carris, empresa responsável pela operação do elevador, anunciou uma investigação interna. Especialistas apontam que o elevador, que transporta cerca de três milhões de passageiros anualmente, pode ter perdido o controle devido à quebra de um cabo de segurança.
Entre as vítimas, estão cinco portugueses, dois sul-coreanos e um suíço, além de feridos de diversas nacionalidades, incluindo alemanhos, espanhois e franceses. A coleta de evidências no local começou na manhã seguinte ao acidente, devido à falta de pessoal disponível.
Reações e Impacto
Líderes internacionais, como o presidente francês Emmanuel Macron e a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, prestaram condolências às famílias afetadas. O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou o ocorrido e pediu uma investigação rápida para esclarecer as circunstâncias do acidente.
Testemunhas relataram momentos de pânico, com o elevador descendo descontrolado e colidindo com um prédio. A tragédia gerou uma onda de medo entre os transeuntes e levantou questões sobre a segurança dos elevadores públicos em Lisboa. A cidade, que já havia enfrentado um incidente semelhante em 2018, agora se vê diante da necessidade de reavaliar a segurança de suas infraestruturas turísticas.
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