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EUA classificam Maduro como ‘fugitivo da justiça americana’ em nova declaração

EUA intensificam ações contra Maduro, aumentando recompensa a US$ 50 milhões e afundando embarcação ligada ao cartel de drogas

Presidente Nicolás Maduro afirma que a região de Essequibo, rica em petróleo, pertence à Venezuela (Foto: Reprodução)
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  • O secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, é um narcoterrorista foragido.
  • A declaração foi feita durante uma visita ao Equador, em meio ao aumento da presença militar dos EUA no Caribe.
  • A Casa Branca designou Maduro como líder do Cartel de los Soles, envolvido no tráfico internacional de drogas.
  • A recompensa por informações que levem à prisão de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões.
  • O governo da Venezuela reagiu, acusando os EUA de violar sua soberania e convocou exercícios militares em resposta à ação naval americana que afundou uma embarcação ligada ao cartel.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, é um narcoterrorista foragido, intensificando a retórica contra o líder venezuelano. A declaração ocorreu durante uma visita ao Equador, em meio a uma crescente presença militar dos EUA no Caribe. Rubio afirmou que os Estados Unidos estão determinados a combater o tráfico de drogas, mencionando que o presidente Donald Trump deseja uma “guerra” contra esses grupos.

A Casa Branca designou Maduro como líder do Cartel de los Soles, uma organização criminosa envolvida no tráfico internacional de drogas. Em agosto, Washington aumentou a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro para US$ 50 milhões. A tensão entre os dois países se intensificou após a frota naval americana afundar uma embarcação supostamente ligada ao cartel, provocando reações do governo venezuelano.

Reações da Venezuela

O governo de Caracas reagiu com veemência, acusando os EUA de violar a soberania nacional. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, descreveu a ação americana como uma “execução extrajudicial” e convocou exercícios militares da Milícia Nacional Bolivariana. Especialistas em direito internacional também levantaram preocupações sobre a legalidade da operação naval.

A situação se torna cada vez mais complexa, com o regime chavista utilizando a retórica de ameaça externa para fortalecer o sentimento nacionalista entre a população. A escalada das tensões entre os EUA e a Venezuela continua a ser um tema central nas relações internacionais, com implicações significativas para a segurança regional.

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