- O Exército de Israel intensificou sua ofensiva na Faixa de Gaza, bombardeando o edifício Al-Ru’ya neste domingo, sete de setembro.
- Israel afirma que o prédio era utilizado pelo Hamas para monitorar suas tropas.
- O ataque é o terceiro consecutivo na Cidade de Gaza, onde Israel já controla 40% da área.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma “última advertência” ao Hamas, pedindo que o grupo aceite um acordo para a libertação de reféns.
- As negociações de cessar-fogo em Doha, no Qatar, estão paralisadas desde julho, sem avanços significativos.
O Exército de Israel intensificou sua ofensiva na Faixa de Gaza, bombardeando o edifício Al-Ru’ya neste domingo (7). Segundo as Forças de Defesa de Israel, o prédio era utilizado pelo Hamas para monitorar as tropas israelenses. Este ataque é o terceiro consecutivo na Cidade de Gaza, onde Israel já controla 40% da área.
Na sexta-feira (5), um dos prédios mais altos de Gaza desabou após ser atingido por mísseis israelenses. No dia seguinte, a torre Soussi, de 15 andares, também foi alvo da ofensiva. Israel alega que ambas as construções serviam ao Hamas. Antes dos ataques, avisos foram emitidos para que civis deixassem a região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma “última advertência” ao Hamas, pedindo que o grupo aceitasse um acordo para a libertação de reféns. Em sua declaração, Trump afirmou que os israelenses já aceitaram os termos e que o Hamas deve fazer o mesmo. As negociações de cessar-fogo em Doha, no Qatar, estão paralisadas desde julho, sem avanços significativos.
O gabinete de segurança de Israel, liderado pelo primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, aprovou um plano para expandir a campanha militar em Gaza. Para Netanyahu, a conquista da Cidade de Gaza é essencial para derrotar o Hamas. A ofensiva militar deve se intensificar nos próximos dias, conforme anunciado pelo Exército israelense.
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