- Um dron atacou o barco Family, da Global Sumud Flotilla, no porto de Tunis, causando um incêndio, mas não houve feridos.
- O ataque ocorreu após Israel derrubar a torre al-Roya em Gaza, que abrigava escritórios de direitos humanos.
- O governo espanhol anunciou um embargo de armas contra Israel, com o primeiro-ministro Pedro Sánchez chamando a situação em Gaza de genocídio.
- Em resposta, o ministro de Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, acusou a Espanha de antisemitismo e corrupção, resultando na proibição de entrada em Israel para duas ministras espanholas.
- A milícia Hamas celebrou as medidas espanholas, enquanto a situação humanitária em Gaza se agrava, com mais de 64 mil mortos desde o início do conflito.
Conflito árabe-israelense: novos ataques e medidas internacionais
Um dron atacou na madrugada de terça-feira (8) o barco Family, da Global Sumud Flotilla, no porto de Tunis, causando um incêndio. A embarcação, que transporta ativistas como Greta Thunberg, estava sob vigilância, mas ninguém ficou ferido. O ataque ocorreu após Israel derrubar a torre al-Roya em Gaza, um edifício de 12 andares que abrigava escritórios de direitos humanos, intensificando a pressão sobre a população palestina.
O governo espanhol anunciou um embargo de armas contra Israel, com o primeiro-ministro Pedro Sánchez descrevendo a situação em Gaza como um “genocídio”. Em resposta, o ministro de Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, acusou o governo espanhol de antisemitismo e corrupção, resultando na proibição de entrada em Israel para duas ministras espanholas.
A milícia Hamas celebrou as medidas espanholas, considerando-as um passo significativo para combater a guerra e a fome em Gaza. O ministro de Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, convocou a embaixadora do país em Tel Aviv para discutir as acusações de Israel, enquanto a situação humanitária em Gaza se agrava, com mais de 64 mil mortos desde o início do conflito.
Além disso, o primeiro-ministro do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, pressionou o Hamas a aceitar um acordo de alto-fogo proposto pelos EUA, enquanto Israel intensifica seus ataques aéreos, advertindo os residentes de Gaza a evacuarem. A escalada de violência e as tensões diplomáticas refletem a complexidade do conflito, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos.
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