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Falhas em recursos de segurança do Instagram para adolescentes

Estudo revela falhas em segurança do Instagram para adolescentes. Meta nega e classifica estudo como enganoso.

© Instagram/Divulgação
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  • Um estudo recente de grupos de defesa de segurança infantil e pesquisadores da Northeastern University revelou falhas nos recursos de segurança do Instagram para adolescentes.
  • O estudo identificou que alguns recursos de segurança não funcionam conforme esperado e outros não existem.
  • A Meta, empresa controladora do Instagram, contestou o estudo, considerando-o enganoso e afirmando que suas ferramentas de segurança estão sendo usadas corretamente por milhões de pais e adolescentes.
  • O relatório foi conduzido por grupos como a Molly Rose Foundation, no Reino Unido, e Parents for Safe Online Spaces, nos Estados Unidos, fundados por pais que alegam que seus filhos morreram como resultado de bullying e conteúdo de automutilação nas plataformas da empresa.
  • A Meta classificou as descobertas como errôneas e enganosas, afirmando que o relatório distorce seus esforços para capacitar os pais e proteger os adolescentes.

**Recursos de segurança do Instagram para adolescentes são questionados**

Um estudo recente, realizado por grupos de defesa de segurança infantil e corroborado por pesquisadores da Northeastern University, revelou que os recursos de segurança implementados pelo Instagram para proteger adolescentes não funcionam bem ou, em alguns casos, não existem. A Meta, empresa controladora do Instagram, contestou o estudo, considerando-o enganoso, e afirmou que suas ferramentas de segurança estão sendo usadas de forma correta por milhões de pais e adolescentes.

**Descobertas do estudo**

O estudo identificou falhas em diversos recursos de segurança que a Meta afirmou ter implementado para proteger jovens usuários do Instagram. Entre as falhas, estão recursos que não funcionam conforme esperado e outros que não existem. O relatório foi conduzido por grupos como a Molly Rose Foundation, no Reino Unido, e Parents for Safe Online Spaces, nos Estados Unidos, ambos fundados por pais que alegam que seus filhos morreram como resultado de bullying e conteúdo de automutilação nas plataformas da empresa.

**Resposta da Meta**

A Meta classificou as descobertas como errôneas e enganosas. “Esse relatório repetidamente deturpa nossos esforços para capacitar os pais e proteger os adolescentes, distorcendo a forma como nossas ferramentas de segurança funcionam e como milhões de pais e adolescentes as estão usando hoje”, disse o porta-voz da Meta, Andy Stone. Ele contestou algumas das avaliações do estudo, chamando-as de “perigosamente enganosas”, e afirmou que a abordagem da empresa em relação aos recursos de contas de adolescentes e controles parentais mudou com o tempo.

**Fonte das informações**

Os grupos de defesa e os pesquisadores da universidade receberam dicas de Arturo Bejar, um ex-executivo de segurança da Meta, indicando que os recursos do Instagram eram falhos. Bejar trabalhou na Meta até 2015 e retornou à empresa em 2019 como consultor do Instagram até 2021. Durante sua segunda passagem pela empresa, disse ele à Reuters, a Meta não respondeu aos dados que indicavam sérias preocupações com a segurança de adolescentes no Instagram.

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