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Tenda de jornalistas palestinos sofre ataque após encontro com Fenaj

Forças israelenses bombardeiam tenda de jornalistas palestinos em Gaza após videoconferência com brasileiros.

© Sindicato dos Jornalistas da Palestina/Divulgação
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  • Um grupo de jornalistas palestinos teve sua tenda bombardeada por forças militares de Israel após uma videoconferência com repórteres brasileiros organizada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FenaJ). Os profissionais conseguiram escapar com vida.
  • Desde o início da ofensiva israelense em outubro de 2023, 252 jornalistas foram mortos e outros 400 ficaram feridos. O Sindicato dos Jornalistas da Palestina informou que 647 imóveis residenciais de profissionais de imprensa foram destruídos.
  • Cerca de 3,4 mil jornalistas foram proibidos de entrar em Gaza, incluindo 820 dos Estados Unidos. Os jornalistas palestinos têm sido forçados a se deslocar constantemente.
  • A Faixa de Gaza tem sido alvo de intensos bombardeios e ataques por terra do Exército de Israel desde outubro de 2023, após um ataque do grupo islâmico Hamas a vilas israelenses que deixou cerca de 1,2 mil mortos.
  • O conflito tem sido um dos principais temas da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. O Brasil reconhece a Palestina como um país que tem direito à soberania desde 1967 e apoia a coexistência pacífica de dois Estados.

Um grupo de jornalistas palestinos teve sua tenda bombardeada por forças militares de Israel após uma videoconferência com repórteres brasileiros organizada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FenaJ). Os profissionais conseguiram escapar com vida, mas a ocupação tem destruído residências de jornalistas, com 647 imóveis destruídos e cerca de 3,4 mil jornalistas proibidos de entrar em Gaza.

Impacto na imprensa palestina

Desde o início da ofensiva israelense em outubro de 2023, 252 jornalistas foram mortos e outros 400 ficaram feridos. O Sindicato dos Jornalistas da Palestina informou que 647 imóveis residenciais de profissionais de imprensa foram destruídos. Além disso, cerca de 3,4 mil jornalistas foram proibidos de entrar em Gaza, incluindo 820 dos Estados Unidos.

Deslocamentos forçados

Os jornalistas palestinos têm sido forçados a se deslocar constantemente. Samir Khalifa, um dos jornalistas afetados, contou que já se mudou 18 vezes em 23 meses. A ocupação não faz distinção entre jornalistas, cidadãos e membros da resistência, segundo Fidaa Asaliya, uma jornalista freelancer que estava na tenda bombardeada.

Contexto da guerra

A Faixa de Gaza tem sido alvo de intensos bombardeios e ataques por terra do Exército de Israel desde outubro de 2023, após um ataque do grupo islâmico Hamas a vilas israelenses que deixou cerca de 1,2 mil mortos. Os ataques israelenses já resultaram em mais de 60 mil vítimas e destruíram infraestruturas essenciais.

Reações internacionais

O conflito tem sido um dos principais temas da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Países como o Reino Unido, França, Canadá e Austrália reconheceram oficialmente o Estado palestino. O Brasil, por sua vez, reconhece a Palestina como um país que tem direito à soberania desde 1967 e apoia a coexistência pacífica de dois Estados.

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