- O Kremlin tem uma história de negar as ações ilegais de seus militares e agentes de inteligência no Ocidente, rotulando qualquer revelação como “rusofobia”.
- Recentemente, foi revelado que o Kremlin está premiando agentes de seus serviços de inteligência ilegal que espiam, sabotam e assassinam no Ocidente.
- Exemplos incluem Sofia e Daniel Dultsev, deportados da Argentina, e Andrei Soldatov e Maria de Béjérine, que viajaram pela Europa sob identidades falsas e cometeram crimes.
- Iliá Púchkarev, que se recusou a espiar e trabalhou como voluntário em um hospital de campanha na Ucrânia, também foi reconhecido pelo Ministério de Defesa russo.
- O Kremlin continua a negar qualquer envolvimento em atividades ilegais no Ocidente, enquanto as ações do Kremlin são condenadas pelo Ocidente, que vê essas atividades como uma ameaça à segurança internacional.
O Kremlin Honra Agentes de Inteligência Ilegal
O Kremlin tem uma história de negar as ações ilegais de seus militares e agentes de inteligência no Ocidente, rotulando qualquer revelação como “rusofobia”. Dentro da Rússia, esses agentes são tratados como heróis e recompensados com medalhas, cargos e reconhecimento público.
Recentemente, foi revelado que o Kremlin está premiando agentes de seus serviços de inteligência ilegal que espiam, sabotam e assassinam no Ocidente. Exemplos incluem a condecoração de Sofia e Daniel Dultsev, que foram deportados da Argentina após serem descobertos, e Andrei Soldatov e Maria de Béjérine, que viajaram pela Europa sob identidades falsas e cometeram crimes. Além disso, o caso de Iliá Púchkarev, que se integrou aos ucranianos após se recusar a espiar, foi destacado como motivo de orgulho para Moscou.
Reconhecimento e Recompensas
Os agentes de inteligência ilegal são tratados como heróis dentro da Rússia. Sofia e Daniel Dultsev, deportados da Argentina, receberam condecorações do presidente russo. Andrei Soldatov e Maria de Béjérine, acusados de crimes na Europa, também foram homenageados. Iliá Púchkarev, que se recusou a espiar e trabalhou como voluntário em um hospital de campanha na Ucrânia, foi reconhecido pelo Ministério de Defesa russo.
Impacto no Ocidente
O Kremlin continua a negar qualquer envolvimento em atividades ilegais no Ocidente, rotulando as revelações como “rusofobia”. No entanto, cada sabotagem e espiagem é vista como um motivo de orgulho dentro da Rússia. O assassinato do opositor Alexéi Navalni, por outro lado, foi minimizado pelo governo russo.
Reações Internacionais
As ações do Kremlin são condenadas pelo Ocidente, que vê essas atividades como uma ameaça à segurança internacional. O reconhecimento público e as recompensas concedidas aos agentes de inteligência ilegal pelo governo russo aumentam as tensões entre a Rússia e os países ocidentais.
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