- Dr. Jurai Darongkamas, uma mulher de 60 anos que utiliza uma cadeira de rodas motorizada, foi impedida pela Qantas de embarcar em um voo de conexão para a Nova Zelândia.
- Apesar de ter viajado sem problemas para Sydney com a Thai Airways, a Qantas se recusou a permitir que ela embarcasse devido à bateria de lítio de sua cadeira de rodas motorizada, Topmate ES33.
- A Qantas classificou a cadeira como um “dispositivo eletrônico pessoal” de acordo com as regulamentações da International Air Transport Association (IATA), apesar de Darongkamas argumentar que é uma ajuda para mobilidade.
- Após a recusa, Darongkamas entrou em contato com a Qantas para buscar uma solução. A companhia aérea se desculpou por qualquer falta de clareza e ofereceu um reembolso, que Darongkamas recusou, buscando uma solução que evite experiências semelhantes no futuro.
- A experiência de Darongkamas destaca a necessidade de padrões de acessibilidade mais claros e consistentes entre as companhias aéreas. Defensores da acessibilidade estão trabalhando com o governo federal australiano para implementar esses padrões.
Dr. Jurai Darongkamas enfrenta recusa da Qantas para voar com sua cadeira de rodas
Dr. Jurai Darongkamas, uma mulher de 60 anos que utiliza uma cadeira de rodas motorizada, enfrentou uma recusa da Qantas para embarcar em um voo de conexão para a Nova Zelândia. Apesar de ter viajado sem problemas para Sydney com a Thai Airways, a Qantas se recusou a permitir que ela embarcasse devido à bateria de lítio de sua cadeira de rodas motorizada, Topmate ES33.
A Qantas classificou a cadeira como um dispositivo eletrônico pessoal, apesar de Darongkamas argumentar que é uma ajuda para mobilidade. A disputa levou a um longo processo de reclamação de seis meses, com Darongkamas buscando uma desculpa formal da Qantas e a garantia de que a situação não se repita com outros passageiros com deficiência.
Conflito sobre a classificação da cadeira de rodas
Antes da viagem, a Qantas informou que a cadeira de rodas de Darongkamas era classificada como um “dispositivo eletrônico pessoal” de acordo com as regulamentações da International Air Transport Association (IATA). No entanto, Darongkamas argumenta que a cadeira é uma ajuda para mobilidade e que a decisão sobre qual dispositivo usar deve ser sua.
Processo de reclamação e busca por solução
Após a recusa, Darongkamas entrou em contato com a Qantas para buscar uma solução. A companhia aérea se desculpou por qualquer falta de clareza e ofereceu um reembolso, que Darongkamas recusou, buscando uma solução que evite experiências semelhantes no futuro.
Impacto e busca por mudanças
A experiência de Darongkamas destaca a necessidade de padrões de acessibilidade mais claros e consistentes entre as companhias aéreas. Defensores da acessibilidade estão trabalhando com o governo federal australiano para implementar esses padrões após a publicação do livro branco da aviação no ano passado.
Declaração da Qantas
A Qantas afirmou que tem melhorado a comunicação entre suas equipes de necessidades específicas e produtos perigosos. A companhia aérea reconheceu que a comunicação com Darongkamas durante o processo pode ter sido confusa e se desculpou por qualquer falta de clareza.
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