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Trump concede ‘três ou quatro dias’ para Hamas responder a plano de paz para Gaza

Trump dá ultimato de três ou quatro dias ao Hamas para responder ao plano de paz para Gaza.

Displaced Palestinians flee Gaza City amid the Israeli offensive on Gaza City. Photograph: Hassan Al-Jadi/UPI/Shutterstock
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu ao Hamas um ultimato de três ou quatro dias para responder ao seu plano de paz para Gaza, ameaçando consequências severas caso rejeitem a proposta.
  • O plano exige o desarmamento do Hamas, a liberação de reféns israelenses e a retirada gradual das forças militares israelenses.
  • Vários países, incluindo Turquia, Egito e Catar, apoiaram o plano e podem pressionar o Hamas a aceitá-lo.
  • A Autoridade Palestina deu as boas-vindas aos esforços de Trump, mas facções palestinas aliadas ao Hamas rejeitaram inicialmente o plano.
  • O conflito continua em Gaza, com o avanço de tanques israelenses em Gaza City e bombardeios intensos em distritos residenciais.

Trump dá ultimato ao Hamas para responder ao plano de paz para Gaza

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu ao Hamas um ultimato de três ou quatro dias para responder ao seu plano de paz para Gaza, ameaçando consequências severas caso rejeitem a proposta. O plano exige o desarmamento do Hamas, a liberação de reféns israelenses e a retirada gradual das forças militares israelenses.

Trump advertiu que o grupo militante “pagará no inferno” se não aceitar o acordo. O plano de Trump, anunciado em uma coletiva de imprensa em Washington, busca um fim definitivo à guerra de dois anos entre Israel e Hamas.

Países apoiam o plano

Vários países, incluindo Turquia, Egito e Catar, apoiaram o plano e podem pressionar o Hamas a aceitá-lo. O plano também prevê a instalação de uma autoridade transitória em Gaza, liderada por Trump, para supervisionar a administração e a reconstrução do território.

Reações iniciais

Hamas ainda não respondeu oficialmente, mas fontes indicam que o grupo está revisando a proposta internamente e com facções palestinas aliadas. O plano exige que Israel liberte quase 2.000 prisioneiros palestinos, incluindo muitos com sentenças perpétuas.

Desdobramentos

A Autoridade Palestina, que exerce autoridade parcial sobre partes da Cisjordânia ocupada por Israel, deu as boas-vindas aos esforços de Trump. No entanto, facções palestinas aliadas ao Hamas rejeitaram inicialmente o plano, considerando-o “completamente tendencioso a favor de Israel” e impondo “condições impossíveis” que visam eliminar o grupo.

Impacto na região

A proposta de Trump foi recebida com apoio por vários líderes internacionais, incluindo Alemanha, França e Rússia. Países como Paquistão, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita, Catar e Egito emitiram uma declaração conjunta apoiando o plano e expressando disposição para trabalhar com os EUA e outros para garantir a paz.

Situação em Gaza

Enquanto isso, o conflito continua em Gaza, com o avanço de tanques israelenses em Gaza City e bombardeios intensos em distritos residenciais. O número de mortes causadas pela fome e desnutrição em Gaza aumentou para 453, incluindo 150 crianças, segundo autoridades de saúde. A guerra começou após o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de 1.219 pessoas, a maioria civis, e na captura de mais de 250 reféns. A ofensiva israelense reduziu grande parte de Gaza a escombros e matou 66.055 palestinos, também principalmente civis.

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