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Hamas exige calendário de retirada de tropas de Israel para aceitar plano de Trump

Hamás exige retirada de tropas de Israel para aceitar plano de Trump. Israel intensifica ataques em Gaza.

Una columna de humo tras un ataque israeli en el centro de Gaza, este miercoles. Jehad Alshrafi (AP)
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  • O plano de alto el fuego proposto por Donald Trump para Gaza não recebeu resposta oficial do Hamás. Israel continua seus ataques na região, e o primeiro alto el fuego alcançado em julho se desmoronou após dois dias.
  • Hamás exige um calendário de retirada das tropas de Israel para aceitar o plano de Trump. O grupo palestino está negociando a proposta de alto el fuego em Qatar, mas ainda não a aceitou.
  • Israel considera que a negativa de Hamás é uma estratégia para ganhar tempo. O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descartou que o plano seja modificado.
  • Trump disse que o plano não será aplicado a menos que a parte palestina concorde. Ele destacou que o plano é um plano de paz e que não perderão nenhuma terra nem aceitarão exigências que prejudiquem a segurança de Israel.
  • Hamás já apresentou uma lista de 18 exigências em resposta ao plano de Trump, incluindo o cese do fogo, a retirada das tropas de Israel de Gaza, o levantamento do bloqueio sobre Gaza, a liberação de rehenes palestinos e a retirada de colonos ilegais.

Plan de Trump para Gaza: Hamás exige calendário de retirada de tropas

O plano de alto el fuego proposto por Donald Trump para Gaza ainda não recebeu resposta oficial do Hamás. Israel continua seus ataques na região, e o primeiro alto el fuego alcançado em julho se desmoronou após dois dias. Hamás exige um calendário de retirada das tropas de Israel para aceitar o plano de Trump. O grupo palestino está negociando a proposta de alto el fuego em Qatar, mas ainda não a aceitou. Israel considera que a negativa de Hamás é uma estratégia para ganhar tempo.

Negociações e exigências

Hamás está negociando a proposta de alto el fuego em Qatar, mas ainda não a aceitou. O grupo palestino exige um calendário de retirada das tropas de Israel e outras garantias para aceitar o plano. O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descartou que o plano seja modificado. Trump, por sua vez, disse que o plano não será aplicado a menos que a parte palestina concorde.

Reações e perspectivas

Netanyahu descartou qualquer modificação no plano de Trump. Ele afirmou que, se Hamás não estiver de acordo, Israel continuará agindo contra os palestinos com força e decisão. Trump, por outro lado, foi mais moderado e disse que o plano não será aplicado a menos que Hamás concorde. Ele destacou que o plano é um plano de paz e que não perderão nenhuma terra nem aceitarão exigências que prejudiquem a segurança de Israel.

Desdobramentos

Hamás já apresentou uma lista de 18 exigências em resposta ao plano de Trump, incluindo o cese do fogo, a retirada das tropas de Israel de Gaza, o levantamento do bloqueio sobre Gaza, a liberação de rehenes palestinos e a retirada de colonos ilegais. O documento de Trump propõe a criação de um corredor seguro em Gaza e que tanto Israel quanto Palestina garantam a segurança de seus cidadãos. A ONU considera que o documento “reforça o estancamento na área” e não considera as preocupações da sociedade palestina e as preocupações legítimas de segurança de Israel e Palestina.

Perspectivas futuras

A negociação se acelera, pois os mediadores árabes avisaram que não estão dispostos a esperar indefinidamente. Desde que o documento de Trump se tornou público, Hamás tem dado ordens internas para “consultar com todas as áreas” e convocou uma ampla reunião dos distintos movimentos palestinos para estudar a proposta. Um porta-voz do grupo islamista afirmou que “Hamás não está disposto a aceitar o plano tal como está concebido”.

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