- Forças israelenses interceptaram uma flotilha de mais de 40 barcos civis que navegavam com o objetivo de transportar ajuda humanitária para Gaza, desafiando o bloqueio imposto por Israel.
- A flotilha, composta por parlamentares, advogados e ativistas, incluindo a sueca Greta Thunberg, foi interceptada no final de agosto, provocando condenação internacional e protestos.
- Todos os passageiros estão seguros e em boas condições de saúde, mas serão deportados para a Europa.
- O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, condenou a ação de Israel, chamando-a de “grave ofensa” contra “a solidariedade global e o sentimento que visa aliviar o sofrimento em Gaza”.
- A interceptação da flotilha atraiu a atenção internacional. Países como Turquia, Espanha e Itália enviaram barcos ou drones para o caso de seus cidadãos precisarem de assistência.
Flottilha de ajuda humanitária para Gaza é interceptada por Israel
As forças israelenses interceptaram uma flotilha de mais de 40 barcos civis que navegavam com o objetivo de transportar ajuda humanitária para Gaza, desafiando o bloqueio imposto por Israel. A flotilha, composta por parlamentares, advogados e ativistas, incluindo a sueca Greta Thunberg, foi interceptada no final de agosto, provocando condenação internacional e protestos.
Todos os passageiros estão seguros e em boas condições de saúde, mas serão deportados para a Europa. O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, condenou a ação de Israel, chamando-a de “grave ofensa” contra “a solidariedade global e o sentimento que visa aliviar o sofrimento em Gaza”.
Reação Internacional
A interceptação da flotilha atraiu a atenção internacional. Países como Turquia, Espanha e Itália enviaram barcos ou drones para o caso de seus cidadãos precisarem de assistência. O Ministério das Relações da Turquia chamou o “ataque” de Israel à flotilha de “ato de terror” que colocou em risco a vida de civis inocentes.
O gabinete do procurador-chefe de Istambul anunciou o início de uma investigação sobre a detenção de 24 cidadãos turcos nas embarcações. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, determinou a expulsão de toda a delegação diplomática de Israel após a detenção de dois colombianos na flotilha, e encerrou o acordo de livre comércio do país com Israel.
Desdobramentos
Os ativistas serão transferidos para a autoridade de imigração ao chegarem a Ashdod, de onde serão transferidos para a prisão de Ketziot, no sul de Israel, antes de serem deportados. A flotilha, que zarpou no final de agosto, está transportando medicamentos e alimentos para Gaza e é composta por mais de 40 embarcações civis com cerca de 500 parlamentares, advogados e ativistas.
O avanço da flotilha pelo Mar Mediterrâneo atraiu a atenção internacional, pois países como Turquia, Espanha e Itália enviaram barcos ou drones para o caso de seus cidadãos precisarem de assistência, mesmo com os repetidos avisos de Israel para que voltassem atrás.
Declarações
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, juntou-se à condenação internacional da ação de Israel, chamando-a de “grave ofensa” contra “a solidariedade global e o sentimento que visa aliviar o sofrimento em Gaza”. Ramaphosa disse que a interceptação em águas internacionais reforçou a contínua violação das leis internacionais por parte de Israel. Ele pediu que Israel libere imediatamente os sul-africanos que estão na flotilha, incluindo o neto do ex-presidente Nelson Mandela, Nkosi Zwelivelile Mandela.
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