- A Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, foi interceptada pela Marinha israelense, resultando na detenção de ativistas, incluindo a deputada federal Luizianne Lins.
- O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou uma visita consular aos brasileiros detidos em Israel no dia 3 de outubro, após o feriado de Yom Kippur, para verificar suas condições de saúde e segurança.
- A equipe consular prestará assistência jurídica e acompanhará os procedimentos legais dos detidos. Ao menos 12 cidadãos brasileiros estão sob custódia, enquanto dois permanecem desaparecidos.
- O governo brasileiro condenou a ação da Marinha israelense, considerando-a uma violação da liberdade de navegação em águas internacionais e responsabilizando Israel pela segurança dos detidos.
- Israel informou que os ativistas estão em segurança e que todos serão deportados para países europeus. A missão da Flotilha envolve participantes de mais de 50 países e busca abrir um corredor humanitário em Gaza.
Recentemente, a Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, foi interceptada pela Marinha israelense. O incidente resultou na detenção de vários ativistas, incluindo a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE). O Ministério das Relações Exteriores do Brasil anunciou que uma visita consular será realizada no dia 3 de outubro, após o feriado de Yom Kippur, para verificar as condições de saúde e segurança dos detidos.
A equipe consular deverá prestar assistência jurídica e acompanhar os procedimentos legais dos brasileiros sob custódia. Ao menos 12 cidadãos brasileiros estão detidos, enquanto dois, João Leonardo Cavalcanti Aguiar Costa e Miguel Bastos Viveiros de Castro, permanecem desaparecidos. Informações sobre a situação deles foram repassadas a congressistas.
Condenação e Responsabilidades
O governo brasileiro condenou a ação da Marinha israelense, considerando-a uma violação da liberdade de navegação em águas internacionais. Em nota, enfatizou que a responsabilidade pela segurança dos detidos agora recai sobre Israel. Deputados da base governista caracterizaram a interceptação como um “sequestro” e expressaram preocupação com relatos de interrogatórios realizados sem a presença de advogados.
Por outro lado, Israel afirmou que os ativistas estão em segurança e que todos serão deportados para países europeus. A missão da Flotilha Global Sumud envolve participantes de mais de 50 países e visa pressionar pela abertura de um corredor humanitário em Gaza, que está sob bloqueio israelense desde o início do conflito com o Hamas.
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