Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ato exige libertação de ativistas da flotilha e ações rigorosas do Brasil

Milhares de manifestantes em São Paulo exigem libertação de ativistas presos por Israel e criticam inação do governo brasileiro em relação ao conflito.

© Rovena Rosa/Agência Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • Milhares de ativistas se reuniram em São Paulo neste domingo para exigir a libertação de ativistas detidos por Israel.
  • O protesto foi motivado pela interceptação da Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
  • Entre os detidos, estão 11 brasileiros, e o governo brasileiro considerou a ação israelense uma violação do direito internacional.
  • Os manifestantes pedem medidas mais enérgicas contra Israel, incluindo o rompimento de relações diplomáticas.
  • A Flotilha Global Sumud contava com cerca de 50 embarcações e 461 ativistas, e todos os barcos foram abordados pela marinha israelense.

Em um protesto massivo realizado no centro de São Paulo, milhares de ativistas se reuniram neste domingo para exigir a libertação de ativistas detidos por Israel. O ato foi motivado pela recente interceptação da Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Os manifestantes criticaram a postura do governo brasileiro, pedindo medidas mais enérgicas contra Israel, incluindo o rompimento de relações diplomáticas.

Entre os detidos, estão 11 brasileiros, o que gerou uma forte reação do governo brasileiro, que considerou a ação israelense uma violação do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores declarou que Israel deve ser responsabilizado por qualquer ato ilegal e violento contra os ativistas. Os manifestantes, que marcharam da Avenida Paulista até a Praça Roosevelt, também chamaram a atenção para a violência da marinha israelense durante a abordagem aos ativistas.

Reivindicações e Solidariedade

Os participantes do protesto, que incluíam representantes de partidos políticos e organizações estudantis, expressaram sua solidariedade à causa palestina. Ziad Saifi, comerciante de origem libanesa, afirmou que o ato visava lutar pela liberdade e pelo fim do genocídio na Palestina. O jornalista Bernardo Cerdeira destacou a necessidade de o governo Lula romper relações com Israel, considerando inaceitável a continuidade das exportações brasileiras para um estado que ele classifica como genocida.

Os manifestantes também relembraram a figura de Yasser Arafat, líder histórico da luta palestina, e a resistência do povo palestino contra o colonialismo. Sol, um jovem de 19 anos, ressaltou que a luta palestina representa a resistência anticolonial em nível global.

Flotilha Global Sumud

A Flotilha Global Sumud, que foi interceptada por Israel, contava com cerca de 50 embarcações e 461 ativistas de várias partes do mundo. O objetivo da ação era levar doações de alimentos e medicamentos à Faixa de Gaza, onde a população enfrenta sérias dificuldades devido ao bloqueio. Todos os barcos foram abordados pela marinha israelense, resultando na detenção de seus tripulantes, o que gerou indignação internacional.

A ativista norueguesa Greta Thunberg, que estava a bordo, teria sido agredida durante a abordagem, um ato que chocou muitos e evidenciou a gravidade da situação. A professora aposentada Marta da Silva Mendes, presente no protesto, destacou a importância de defender os ativistas e as vítimas do que chamou de genocídio.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais