- O governo brasileiro, sob o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou nota oficial em 10 de outubro de 2025 reconhecendo o protagonismo dos Estados Unidos nas negociações entre Israel e o Hamas.
- A nota destaca a importância do cessar-fogo e do acesso humanitário, visando alívio à população civil.
- O Itamaraty elogia mediadores como Catar, Egito e Turquia e afirma que a resposta ao conflito deve incluir acesso seguro e imediato à assistência humanitária e às equipes da Organização das Nações Unidas (ONU).
- O Brasil exorta as partes a cumprir integralmente os acordos e a se engajar de boa-fé, defendendo retirada completa das forças israelenses e o início da reconstrução de Gaza, sob coordenação palestina.
- A posição brasileira mantém o compromisso com a solução de dois Estados, prevendo um Estado da Palestina independente dentro das fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital palestina, convivendo pacificamente com Israel.
O governo brasileiro, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou uma nota oficial reconhecendo o protagonismo dos Estados Unidos nas recentes negociações de paz entre Israel e o Hamas. O comunicado, publicado em 10 de outubro de 2025, destaca a importância do cessar-fogo e do acesso humanitário na região, enfatizando o alívio necessário para a população civil.
Na declaração, o Itamaraty aplaude o acordo alcançado e valoriza a atuação de mediadores como Catar, Egito e Turquia. A nota ressalta que o cessar-fogo deve proporcionar alívio efetivo à população afetada pelo conflito, além de garantir acesso seguro e imediato à assistência humanitária e às equipes da ONU que atuam no local.
Compromissos e Ações
O Brasil exortou as partes envolvidas a cumprirem integralmente os acordos estabelecidos e a se engajarem de boa-fé nas negociações. O governo brasileiro também destacou a necessidade de uma retirada completa das forças israelenses e o início da reconstrução de Gaza, que deve ocorrer sob a coordenação palestina.
Além disso, a nota reafirma a posição histórica do Brasil em favor da solução de dois Estados, defendendo a criação de um Estado da Palestina independente e viável, que conviva pacificamente com Israel. O texto menciona que essa convivência deve ocorrer dentro das fronteiras de 1967, incluindo a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, com Jerusalém Oriental como capital palestina.
O reconhecimento do papel dos EUA nas negociações reflete uma nova fase nas relações diplomáticas do Brasil com o cenário internacional, buscando contribuir para a paz no Oriente Médio.
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