- No dia 10 de outubro de 2025, o coletivo No Music for Genocide anunciou a adesão de Clairo, Lucy Dacus e Nao a um boicote que visa geobloquear músicas em Israel, em resposta a o que organizações internacionais, incluindo a Organização das Nações Unidas (ONU), classificam como genocídio de palestinos em Gaza, intensificado após os ataques de 7 de outubro de 2023.
- O movimento já contava com a participação de Wolf Alice, Of Monsters and Men e Nilüfer Yanya, e o anúncio ocorreu no mesmo dia em que foi estabelecido um novo cessar-fogo.
- A proposta do boicote é pressionar pela suspensão de músicas em Israel como forma de protesto.
- Mais de 1.000 artistas e gravadoras já envolvidos têm como objetivo ampliar a conscientização sobre a crise humanitária em Gaza e a responsabilidade da indústria musical frente aos fatos.
- Além da pressão artística, o grupo busca engajar o público e a sociedade civil em um debate sobre direitos humanos e liberdade de expressão, refletindo um ativismo crescente na indústria musical.
No dia 10 de outubro de 2025, o coletivo No Music for Genocide anunciou a adesão de artistas como Clairo, Lucy Dacus e Nao a um boicote que visa geobloquear músicas em Israel. A ação é uma resposta ao que organizações internacionais, incluindo a ONU, chamam de genocídio de palestinos em Gaza, intensificado após os ataques de 7 de outubro de 2023.
O movimento, que já contava com a participação de nomes como Wolf Alice, Of Monsters and Men e Nilüfer Yanya, busca unir artistas e selos em uma frente contra a situação na região. O anúncio da nova adesão ocorreu no mesmo dia em que um novo cessar-fogo foi estabelecido, destacando a urgência do apelo.
Objetivos do Boicote
A proposta do No Music for Genocide é pressionar pela suspensão das músicas em Israel como forma de protesto. Com mais de 1.000 artistas e gravadoras já envolvidos, o movimento visa aumentar a conscientização sobre a crise humanitária em Gaza e a responsabilidade da indústria musical em relação a esses eventos.
Além da pressão artística, o boicote também busca engajar o público e a sociedade civil em um debate mais amplo sobre os direitos humanos e a liberdade de expressão. As ações do coletivo refletem um crescente ativismo na indústria musical, onde artistas se posicionam em relação a questões sociais e políticas.
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