- Dez deportados chegaram ao Eswatini como segunda remessa de um acordo com os Estados Unidos; o grupo inclui três vietnamitas, um filipino, um cambojano e quatro a seis indivíduos de outras nacionalidades.
- As autoridades locais dizem que os deportados estão em segurança e ficarão em área isolada enquanto aguardam a repatriação.
- O governo do Eswatini, sob o rei Mswati III, afirmou colaboração com a Organização Internacional para Migrações (IOM) para facilitar o retorno dos deportados.
- ONGs e advogados questionam o processo, alegando violações de direitos humanos e afirmando que os deportados não têm acesso a comunicação privada para defesa, com alvo de críticas a este acordo.
- Este é o segundo grupo remetido ao Eswatini, seguindo uma remessa anterior em julho; um caso jurídico envolvendo ONGs continua e deve ser analisado em sete de outubro; a Human Rights Watch divulgou que o acordo prevê a aceitação de até 160 deportados em troca de cinco milhões de dólares.
Dez deportados chegaram ao Eswatini como parte de um acordo controverso com os Estados Unidos, que já resultou em outras remoções. O grupo inclui três vietnamitas, um filipino, um cambojano e mais quatro a seis indivíduos de outras nacionalidades. As autoridades locais afirmam que os deportados estão em segurança e serão mantidos em uma área isolada enquanto aguardam a repatriação.
O governo do Eswatini, sob a liderança do rei Mswati III, declarou que está colaborando com a Organização Internacional para Migrações (IOM) para facilitar o retorno dos deportados. Contudo, a situação gerou críticas de ONGs e advogados, que alegam violações de direitos humanos. Segundo Tin Thanh Nguyen, advogado de dois dos vietnamitas, os deportados estão sendo mantidos sem acusações formais.
Controvérsias e Desdobramentos
Este é o segundo grupo de deportações enviado ao Eswatini, seguindo uma remessa anterior em julho que incluía cinco homens de diversas nacionalidades. A prática de deportação para países sem vínculos com os deportados tem sido contestada em tribunais. Um caso jurídico em andamento, que envolve ONGs locais, está previsto para ser analisado em 7 de outubro.
A Human Rights Watch revelou que o acordo de deportação, que não foi divulgado publicamente, prevê a aceitação de até 160 deportados pelo Eswatini em troca de 5,1 milhões de dólares. Advogados dos deportados afirmam que seus clientes não têm acesso a comunicação privada, dificultando a defesa legal. A situação levanta preocupações sobre a legalidade dessas deportações e o tratamento dos indivíduos afetados.
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