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Governo de Israel aprova cessar-fogo em Gaza

Governo de Israel aprovou o alto fogo; entra em vigor na madrugada. Acordo prevê retirada parcial, libertação de presos e ajuda humanitária em 72 horas, com Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia

El humo se eleva en Gaza tras un ataque contra el campo de refugiados de Nuseirat.
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  • Após dois anos de conflito entre Israel e Hamas, com cerca de 67 mil mortos, o governo de Israel aprovou alto-fogo que entra em vigor na madrugada desta sexta-feira; a decisão teve ampla maioria entre os ministros, excetuando membros dos partidos ultradireitistas Poder Judío e Sionismo Religioso.
  • O acordo, assinado no Egito, prevê retirada parcial das tropas de Gaza, a liberação de cerca de 1.700 prisioneiros palestinos e a facilitação da ajuda humanitária; a retirada deve ocorrer em até 72 horas, abrindo caminho para a troca de prisioneiros e de reféns.
  • O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou ativamente das negociações, destacando a importância do acordo para a região.
  • O pacto estabelece que Hamas entregará 20 prisioneiros vivos e os restos de 28 pessoas sob sua custódia; Israel se compromete a liberar prisioneiros palestinos, inclusive alguns condenados por ataques durante o conflito, e não retornará às áreas retiradas, a menos que haja descumprimento por parte de Hamas.
  • Também está prevista a devolução dos corpos de 360 palestinos mortos em combate; Jalil al Hayya, chefe do comitê de Hamas, afirmou ter garantias dos mediadores sobre o fim das hostilidades; o texto prega a suspensão imediata de todas as operações militares.

Após dois anos de intenso conflito entre Israel e Hamas, que resultou em 67 mil mortos, o governo israelense aprovou um acordo de alto-fogo que entra em vigor na madrugada desta sexta-feira. A decisão foi ratificada por uma ampla maioria dos ministros, exceto os membros dos partidos ultradireitistas Poder Judío e Sionismo Religioso.

O acordo, assinado em Egito, prevê a retirada parcial das tropas israelenses de Gaza, a liberação de cerca de 1.700 prisioneiros palestinos e a facilitação da ajuda humanitária. A operação de retirada deve ser concluída em até 72 horas, permitindo o início do processo de troca de prisioneiros e rehenes. O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, participou ativamente das negociações, destacando a importância do acordo para a região.

Detalhes do Acordo

O pacto estabelece que Hamas entregará 20 rehenes vivos e os restos de outros 28 que estão sob sua custódia. Em troca, Israel se compromete a liberar prisioneiros palestinos, incluindo aqueles condenados por envolvimento em ataques durante o conflito. O exército israelense não retornará às áreas de onde se retirou, a menos que haja um descumprimento do acordo por parte de Hamas.

Além disso, o acordo contempla a devolução dos corpos de 360 palestinos mortos em combate. O chefe do time negociador de Hamas, Jalil al Hayya, afirmou que recebeu garantias dos mediadores sobre o fim das hostilidades. O texto do acordo enfatiza a suspensão imediata de todas as operações militares, incluindo bombardeios aéreos.

A aprovação do alto-fogo ocorre em um contexto de celebrações em Gaza e Tel Aviv, refletindo a esperança de um futuro mais pacífico após um período de grande sofrimento para a população local.

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