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Fiscais israelenses apresentam acusações contra espanhola da flotilha e pedem manter-na na prisão

Promotoria de Beersheba apresentou acusações formais contra Reyes Rigo e pediu prisão preventiva, abrindo o processo e dificultando a expulsão para a Espanha

Trinidad Deiros Bronte
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  • Reyes Rigo, ativista espanhola de 56 anos integrada na Flotilla Global Sumud, foi detida em Israel após incidentes na prisão de Ketziot e enfrenta acusações formais com pedido de prisão preventiva apresentado pela Fiscalía de Beersheba.
  • Durante a audiência, a acusação afirma que Rigo mordeu uma funcionária da prisão; a ativista nega, dizendo ter intervindo para proteger uma colega diante de agressões por parte dos guardas. A defesa pediu imagens de segurança, que, segundo a polícia, não estavam disponíveis.
  • O caso envolve ainda oito ativistas espanhóis da Flotilla Thousand Madleens, retidos em Israel; a expectativa é de deportação após a assinatura de ordens correspondentes.
  • O governo espanhol, por meio do ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, reiterou compromisso de proteção diplomática até a liberação de todos os cidadãos. O caso levanta preocupações sobre condições de detenção e relatos de violência e tortura em prisões israelenses.
  • Rigo, acupunturista de Palma de Mallorca, viajava a bordo do barco Adara, parte da flotilha, cuja missão é chamar a atenção para a situação na Palestina; em vídeo, a ativista afirmou que a missão é também um ato de resistência contra a opressão.

A ativista espanhola Reyes Rigo, de 56 anos, foi detida em Israel após incidentes na prisão de Ketziot. Membro da Flotilla Global Sumud, a ativista enfrenta agora acusações formais e um pedido de prisão preventiva apresentado pela Fiscalía de Beersheba. A detenção ocorre em um contexto de alegações de violência durante sua expulsão para a Espanha.

Durante uma audiência recente, a acusação afirma que Rigo mordeu uma funcionária da prisão, uma enfermeira, enquanto tentava resistir à sua transferência. A versão da ativista, por outro lado, contradiz essa narrativa, alegando que ela interveio para proteger uma colega durante uma agressão por parte dos guardas. A defesa solicitou a apresentação de imagens de segurança que, segundo a polícia, não estavam disponíveis.

Detalhes do Caso

O caso de Rigo se complica com a formalização das acusações, dificultando sua possível libertação. Se o tribunal aceitar o pedido da Fiscalía, a ativista permanecerá na prisão até a conclusão do julgamento. Na audiência anterior, Rigo afirmou estar sendo ameaçada, um relato que ecoa a experiência de outros ativistas que retornaram à Espanha, denunciando agressões e humilhações durante a detenção.

Além de Rigo, outros oito ativistas espanhóis da Flotilla Thousand Madleens também estão retidos em Israel, após serem interceptados por militares em águas internacionais. A situação deles é considerada mais simples, com expectativa de deportação após a assinatura de ordens de deportação.

Reação do Governo Espanhol

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, reafirmou o compromisso do governo em garantir a proteção diplomática dos cidadãos espanhóis até que todos sejam liberados. O caso de Rigo levanta preocupações sobre as condições de detenção e o tratamento de ativistas, com relatos de violência e tortura nas prisões israelenses.

Reyes Rigo, que é acupunturista em Palma de Mallorca, viajava a bordo do barco Adara, parte da flotilha que visa chamar a atenção para a situação na Palestina. Em um vídeo, Rigo destacou que a missão da flotilha era mais do que apenas ajuda humanitária, mas um ato de resistência contra a opressão.

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