- A Coreia do Norte revelou pela primeira vez o míssil balístico intercontinental Hwasong-20 durante desfile em Pyongyang na noite de sexta-feira, 10 de outubro de 2025, para comemorar o 80º aniversário do Partido dos Trabalhadores.
- A exibição incluiu ainda mísseis hipersônicos de médio alcance e outras armas.
- O desfile foi liderado por Kim Jong-un, com a presença de líderes da China, Rússia e Vietnã, sinalizando possível abertura diplomática e fortalecimento de laços com aliados.
- Analistas apontam que o Hwasong-20 pode representar avanço significativo nas capacidades nucleares, elevando as tensões, já que o míssil mira alvos distantes, incluindo os Estados Unidos.
- A participação de aliados indica estratégia de reforçar relações diante de sanções e críticas, sugerindo uma nova fase na política externa do regime.
A Coreia do Norte apresentou, pela primeira vez, o míssel balístico intercontinental Hwasong-20 durante um desfile militar em Pyongyang, realizado na noite de sexta-feira, 10 de outubro de 2025. O evento comemorou o 80º aniversário da fundação do Partido dos Trabalhadores, que governa o país. A demonstração incluiu também mísseis hipersônicos de médio alcance e outras armas inovadoras.
O desfile foi presidido pelo líder Kim Jong-un, que contou com a presença de líderes da China, Rússia e Vietnã. Essa reunião simboliza uma possível abertura diplomática da Coreia do Norte, tradicionalmente isolada, em busca de fortalecer laços com nações aliadas. A exibição militar reflete a ênfase contínua do regime em suas capacidades de dissuasão.
Analistas apontam que a revelação do Hwasong-20 pode representar um avanço significativo nas capacidades nucleares do país, aumentando as tensões na região. O míssil é projetado para atingir alvos a longas distâncias, incluindo os Estados Unidos. A demonstração de força ocorre em um contexto de crescente pressão internacional sobre o programa nuclear da Coreia do Norte.
A participação de líderes de países aliados no evento sugere que a Coreia do Norte busca reforçar suas relações estratégicas, enquanto enfrenta sanções e críticas por suas atividades militares. A exibição de novos armamentos, aliada a uma abordagem diplomática, pode indicar uma nova fase na política externa do regime de Kim Jong-un.
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