Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mercado reage após Trump recuar de taxar a China em 100%

Pré-mercado: futuros sobem ~1% e o ETF EWZ avança; Trump impõe tarifa de 100% sobre exportações para a China e novos controles de software, aumentando a cautela

Pré-mercado
0:00
Carregando...
0:00
  • No pré-mercado, contratos futuros dos principais índices norte‑americanos sobem cerca de 1%, após Trump anunciar tarifa adicional de 100% sobre exportações da China e novos controles de exportação de softwares dos EUA.
  • As medidas foram vistas como retaliação às restrições chinesas sobre terras raras, fontes essenciais para o setor de tecnologia, e derrubaram ações de tecnologia e IA.
  • A China, maior fornecedora de terras raras, afirmou preocupação com as restrições comerciais unilaterais dos EUA, dizendo que prejudicam o comércio global.
  • No fim de semana, Trump adotou tom mais conciliatório, dizendo que tudo ficará bem e que os EUA não pretendem prejudicar a China, o que ajudou o mercado e elevou o desempenho do ETF EWZ, que representa ações brasileiras.
  • A possibilidade de reunião entre Trump e Xi Jinping no fim do mês mantém a incerteza, mas há expectativa de que o encontro possa ajudar a reduzir tensões comerciais.

A semana começa com uma leve recuperação nas ações americanas após um período de forte volatilidade. No pré-mercado, os contratos futuros dos principais índices estão em alta, com um aumento de cerca de 1%. Essa movimentação ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado uma tarifa adicional de 100% sobre as exportações da China e novos controles de exportação de softwares americanos. Essas medidas foram vistas como uma retaliação às restrições impostas pelo governo chinês sobre terras raras, elementos essenciais para o setor de tecnologia.

As ações de tecnologia e inteligência artificial foram as mais afetadas pela notícia anterior, resultando em quedas significativas nas bolsas. A China, que é a maior fornecedora desses materiais, já havia manifestado preocupações sobre as restrições comerciais unilaterais dos EUA, afirmando que elas prejudicam o comércio global. As declarações de Trump representaram um endurecimento nas relações entre os dois países, marcando a maior tensão em seis meses.

Tom Conciliatório

No entanto, no fim de semana, Trump adotou um tom mais conciliatório, afirmando que “tudo ficará bem” e que os EUA não têm a intenção de prejudicar a China. Essa mudança de atitude parece ter influenciado positivamente o mercado. As ações brasileiras, representadas pelo ETF EWZ, também estão em alta, refletindo um otimismo cauteloso entre os investidores. Apesar da recuperação, a incerteza persiste, e muitos permanecem reticentes em relação ao futuro das relações comerciais entre os dois países.

A escalada das tensões comerciais continua a ser uma preocupação, especialmente com uma possível reunião entre Trump e o líder chinês, Xi Jinping, programada para o final deste mês. A expectativa é que essa conversa possa ajudar a mitigar as tensões, embora a situação permaneça volátil.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais