- Explosão durante tentativa de despejo em Castel d’Azzano, Itália, matou três policiais e deixou pelo menos treze feridos na madrugada de terça-feira, quando buscavam desocupar uma casa barricada e abandonada.
- A residência havia sido ocupada por meses; moradores enfrentavam dificuldades financeiras e haviam ameaçado se explodir em despejos anteriores. Dois homens e uma mulher, todos irmãos, foram presos.
- A explosão ocorreu quando a porta da frente foi aberta, revelando um ambiente com gás; o comandante da polícia provincial, Claudio Papagno, classificou o incidente como ato de absoluta loucura.
- A investigação trata o caso como homicídio premeditado; o promotor-chefe de Verona, Raffaele Tito, indicou que os suspeitos podem responder também por homicídio em massa.
- Líderes políticos manifestaram condolências; o presidente da Itália, Sergio Mattarella, e a primeira-ministra Giorgia Meloni lamentaram o ocorrido; as autoridades buscam mais evidências, incluindo coquetéis molotov avistados na propriedade.
Uma explosão durante uma tentativa de despejo em Castel d’Azzano, na Itália, resultou na morte de três policiais e deixou pelo menos treze feridos. O incidente ocorreu na madrugada de terça-feira, quando as autoridades tentavam desocupar uma casa que estava barricada e abandonada. O ato é considerado intencional, e dois homens e uma mulher, todos irmãos, foram presos.
A explosão foi desencadeada quando a porta da frente foi aberta pelos policiais, revelando um ambiente carregado de gás. O comandante da polícia provincial, Claudio Papagno, descreveu a cena como um ato de “absoluta loucura”. Ele afirmou que a casa havia sido ocupada por meses, e os moradores, que enfrentavam dificuldades financeiras, haviam ameaçado se explodir em tentativas anteriores de despejo.
Investigação em Andamento
As autoridades estão investigando o caso como um possível homicídio premeditado. O promotor-chefe de Verona, Raffaele Tito, mencionou que os suspeitos podem enfrentar também a acusação de homicídio em massa. Antes do incidente, os moradores haviam feito ameaças ao custodiante da propriedade, que estava designado para a venda do imóvel.
Líderes políticos expressaram suas condolências. O presidente da Itália, Sergio Mattarella, e a primeira-ministra, Giorgia Meloni, lamentaram a tragédia e destacaram a importância do trabalho dos policiais. Meloni enfatizou o sacrifício diário daqueles que servem ao Estado e seus cidadãos.
As investigações continuam, com a polícia buscando mais evidências, incluindo possíveis coquetéis molotov que foram avistados na propriedade. A situação destaca os riscos enfrentados pelas forças de segurança em operações de despejo, especialmente em casos onde a resistência é intensa.
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