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Ataque aéreo dos EUA perto da Venezuela pode ter matado dois cidadãos de Trinidad e Tobago, dizem policiais

Polícia de Trinidad e Tobago investiga se dois cidadãos estavam entre as seis vítimas de ataque a barco supostamente transportando drogas da Venezuela; Maduro ordena exercícios militares

A satellite image of Trinidad and Tobago. Photograph: Planet Observer/Universal Images Group/Getty Images
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  • Um ataque aéreo dos Estados Unidos próximo à Venezuela pode ter causado a morte de dois cidadãos de Trinidad e Tobago; a polícia investiga se estavam a bordo de uma embarcação avistada por moradores de Las Cuevas; o incidente ocorreu em águas internacionais e integra operações de combate ao narcotráfico.
  • O ex-presidente Donald Trump afirmou, sem apresentar provas, que o ataque eliminou seis narcoterroristas; as autoridades de Trinidad e Tobago ainda não confirmaram as mortes.
  • Moradores de Las Cuevas disseram ter visto os dois cidadãos no barco afundado; a polícia não confirmou a identidade nem a ocorrência das mortes.
  • Conforme informações anteriores, pelo menos vinte e sete pessoas já teriam morrido em ataques semelhantes na região; a mãe de um dos supostos mortos, Lenore Burnley, disse que o filho Chad Joseph estava a bordo e que a interceptação seria mais adequada pela lei marítima.
  • Em resposta, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou exercícios militares em larga escala e mobilização de forças; a tensão na região aumenta e há preocupações sobre direitos humanos e segurança marítima.

Um ataque aéreo dos Estados Unidos próximo à Venezuela pode ter resultado na morte de dois cidadãos de Trinidad e Tobago. A polícia local investiga a possibilidade de que as vítimas estivessem a bordo de uma embarcação que, segundo o ex-presidente Donald Trump, transportava drogas. O ataque ocorreu em águas internacionais e faz parte das operações norte-americanas de combate ao narcotráfico.

Trump afirmou, sem apresentar provas, que o ataque eliminou seis narcoterroristas. As autoridades de Trinidad e Tobago receberam relatos de residentes da vila de Las Cuevas, que afirmaram ter visto os dois cidadãos no barco afundado. A confirmação das mortes ainda não foi realizada pela polícia.

De acordo com informações anteriores, pelo menos 27 pessoas já perderam a vida em ataques semelhantes na região. A mãe de um dos supostos mortos, Lenore Burnley, declarou que seu filho, Chad Joseph, estava no barco e que a abordagem correta, segundo a lei marítima, seria interceptar a embarcação e não destruí-la.

Resposta de Maduro

Em resposta ao aumento da presença militar dos EUA na área, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou exercícios militares em larga escala e a mobilização de forças para defender o país. A tensão entre as nações tem aumentado, com a administração Trump justificando os ataques como uma medida necessária para proteger os Estados Unidos do tráfico de drogas proveniente da Venezuela.

Enquanto as investigações prosseguem, a situação continua a gerar preocupações sobre a segurança marítima e os direitos humanos na região. A comunidade de Las Cuevas aguarda esclarecimentos sobre o destino dos dois cidadãos desaparecidos.

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