- Roberto Mosquera del Peral, cubano de 58 anos, iniciou greve de fome em prisão de alta segurança em Eswatini no dia 15 de outubro, alegando detenção arbitrária e risco à vida.
- A advogada Alma David afirma que a condenação dele não foi por homicídio, e sim por tentativa de homicídio, dizendo ainda que ele já havia cumprido a pena nos Estados Unidos antes da deportação.
- Ele é um dos imigrantes enviados a Eswatini como parte da ofensiva de imigração da administração Trump; desde outubro, ele e outros dez deportados estão detidos, com famílias e advogados tendo dificuldade para obter informações.
- A governança de Eswatini não se manifestou sobre a situação dos deportados até o momento, e a batalha legal para acesso aos detentos continua com negativa do governo local.
- O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou histórico criminal do deportado, incluindo convicções por homicídio e agressão, mas a defesa contesta tais alegações.
Roberto Mosquera del Peral, um cubano de 58 anos, iniciou uma greve de fome em uma prisão de alta segurança em Eswatini no dia 15 de outubro. Ele alega detenção arbitrária e risco à sua vida. Sua advogada, Alma David, afirma que a condenação que enfrentou não foi por homicídio, mas por *tentativa de homicídio*, e que ele já havia cumprido sua pena nos Estados Unidos antes de ser deportado.
Mosquera del Peral é um dos imigrantes que foram enviados para Eswatini como parte da ofensiva de imigração da administração Trump. Desde outubro, ele e outros dez deportados estão detidos, e suas famílias e advogados enfrentam dificuldades para obter informações sobre o estado deles. A governança de Eswatini ainda não se manifestou sobre a situação dos deportados.
A batalha legal para garantir acesso aos deportados é intensa, mas o governo de Eswatini tem negado até o momento. A advogada David enfatizou que seu cliente está detido sem base legal, e solicitou que ele tenha permissão para se encontrar com ela. A situação de Mosquera del Peral levanta questões sobre os direitos dos deportados e a validade das detentações em países terceiros.
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou que Mosquera del Peral tinha um histórico criminal, incluindo convicções por homicídio e agressão, mas a defesa contesta essas alegações. A luta por justiça e direitos humanos continua em um cenário marcado pela complexidade das políticas de imigração e suas consequências.
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