- O Museu do Louvre reabriu as portas na quarta-feira, 22 de outubro de 2025, após roubo de joias napoleônicas avaliado em €88 milhões ocorrido na galeria Apollo; o grupo de ladrões fugiu deixando o museu sob investigação, com a galeria fechada e mais de 100 investigadores no caso.
- As filas para visitação se estenderam pela Cour Napoléon, enquanto a “janela quebrada” — nova atração do museu — atrai curiosos; visitantes comentam sobre a audácia do crime.
- Os ladrões teriam usado um elevador de móveis e uma escada para acessar a galeria; em menos de cinco minutos eles quebraram vitros de exibição e fugiram em motocicletas, levando itens como uma coleira de esmeraldas e diamantes, presente de Napoleão I para sua esposa, além de um diadema de diamantes da imperatriz Eugénie.
- O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou que a investigação está progredindo e que os responsáveis devem ser capturados; o diretor do Louvre enfrentará questionamentos sobre as falhas de segurança que facilitaram o crime.
- O presidente Emmanuel Macron ordenou acelerar as melhorias de segurança no museu; antes do caso, o Louvre recebia quase 9 milhões de visitantes por ano.
O Museu do Louvre reabriu suas portas na quarta-feira, 22 de outubro de 2025, após um roubo de joias napoleônicas avaliado em €88 milhões. O incidente ocorreu na galeria Apollo, onde um grupo de ladrões fugiu com peças valiosas, deixando o museu sob intensa investigação. Mais de 100 investigadores estão trabalhando no caso, enquanto a galeria permanece fechada.
As filas para visitação se estenderam pela Cour Napoléon, atraindo turistas curiosos. A nova atração do museu, a janela quebrada, se tornou um ponto de interesse, com visitantes comentando sobre a audácia do crime. “Parece que foi tão simples”, disse uma visitante da Holanda, impressionada com a facilidade do roubo.
Os ladrões usaram um elevador de móveis e uma escada para acessar a galeria. Em menos de cinco minutos, eles quebraram os vitros de exibição e fugiram em motocicletas, levando itens como uma coleira de esmeraldas e diamantes, presente de Napoleão I para sua esposa, e um diadema de diamantes que pertenceu à imperatriz Eugénie.
Investigações em Andamento
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, afirmou que a investigação está “progredindo” e expressou confiança na captura dos responsáveis. No entanto, o diretor do Louvre enfrentará questionamentos sobre as falhas de segurança que facilitaram o crime. Críticas sobre cortes orçamentários e a suposta falta de recursos para segurança já eram frequentes antes do roubo.
O presidente francês, Emmanuel Macron, ordenou a aceleração das melhorias de segurança no museu. Antes do incidente, o Louvre já atraía quase 9 milhões de visitantes anualmente, em busca de seus tesouros, como a Mona Lisa e a Vênus de Milo. A reabertura foi recebida com entusiasmo por muitos, que expressaram alívio em poder visitar novamente o icônico museu.
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