- Bill Gates pediu aos líderes que priorizem resiliência climática e bem‑estar humano antes da Conferência das Partes sobre mudanças climáticas (COP 30), em Belém, de dez a vinte e um de novembro, não apenas a temperatura.
- Durante a COP 30, países deverão atualizar compromissos climáticos e avaliar avanços em energia renovável; a última década buscou metas do Acordo de Paris para manter o aquecimento global abaixo de dois graus Celsius até a metade do século, mas o progresso ainda está distante.
- Gates enfatiza investimentos em acesso à energia, saúde e resiliência agrícola para reduzir desigualdades e enfatizar resultados práticos nas discussões.
- O acionamento inclui reavaliar eficácia da ajuda climática e incentivar apoio a tecnologias limpas de alto impacto, usando dados para ampliar o impacto; mortes causadas por desastres naturais caíram 90% no último século graças a alertas e infraestrutura.
- O secretário‑geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e a Organização Meteorológica Mundial destacaram a necessidade de sistemas de alerta de desastres; nos últimos cinquenta anos, mais de dois milhões de pessoas perderam a vida por riscos climáticos, com 90% dessas mortes em países em desenvolvimento.
O investidor e filantropo Bill Gates pediu aos líderes mundiais que mudem a abordagem em relação às mudanças climáticas antes da COP 30, que ocorrerá em Belém, de 10 a 21 de novembro. Segundo Gates, o foco deve ser a resiliência climática e o bem-estar humano, em vez de apenas as metas de redução de temperatura.
Durante a COP 30, os países deverão atualizar seus compromissos climáticos e avaliar os progressos em energia renovável. A última década foi marcada por esforços para cumprir as metas do Acordo de Paris, que visa limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius até a metade do século. No entanto, Gates observa que o progresso ainda está distante.
O bilionário destacou que, em vez de priorizar a temperatura como medida de sucesso, é crucial investir em áreas que promovam a saúde e a prosperidade, especialmente em regiões vulneráveis. Ele argumenta que os investimentos em acesso à energia, saúde e resiliência agrícola trariam benefícios mais equitativos e deveriam ser centrais nas discussões da COP 30.
Chamado à Ação
Gates também desafiou formuladores de políticas e doadores a reavaliar a eficácia da ajuda climática. Ele enfatizou a importância de utilizar dados para maximizar o impacto e incentivar o apoio a empresas que desenvolvem tecnologias limpas de alto impacto. Ele mencionou que as mortes causadas por desastres naturais caíram 90% no último século, principalmente devido a sistemas de alerta e infraestrutura mais eficazes.
Recentemente, o secretário-geral da ONU, António Guterres, e a Organização Meteorológica Mundial reforçaram a necessidade de implementar sistemas de alerta de desastres para proteger populações vulneráveis. Nos últimos 50 anos, mais de 2 milhões de pessoas perderam a vida devido a riscos climáticos, com 90% dessas mortes ocorrendo em países em desenvolvimento.
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