- A tempestade Melissa, de categoria cinco, atingiu Black River, Jamaica, na manhã de 29 de outubro de 2025, com ventos de até 16 pés e devastou infraestrutura, levando o governo a classificar a região como ground zero; ao menos cinco mortes foram confirmadas e há dificuldades para confirmar números por causa de danos à comunicação e ao transporte.
- Black River está sem água e energia, com a maior parte dos prédios sem telhado; operações de busca e resgate estão quase impossíveis, já que veículos e serviços essenciais, como polícia e hospitais, foram severamente afetados; o prefeito Richard Solomon afirma que o foco é ajudar os mais vulneráveis e limpar as vias.
- Mais de 500 mil residentes ficam sem energia, e as ruas enfrentam lama e deslizamentos que bloqueiam os principais caminhos; a reconstrução da cidade exige bilhões de dólares jamaicanos, com a limpeza das vias vista como essencial para receber ajuda humanitária.
- O primeiro-ministro Andrew Holness sobrevoou a região e viu que oitenta a noventa por cento dos telhados foram danificados; ele pediu esforço conjunto para a reconstrução e disse que, apesar da devastação, há esperança para Black River.
- A situação permanece crítica, mas líderes e comunidade mostram determinação para superar a crise e reconstruir a cidade.
O furacão Melissa devastou a cidade de Black River, na Jamaica, na manhã de quarta-feira, 29 de outubro de 2025. Com ventos de até 16 pés e uma intensidade categorizada como 5, a tempestade causou danos severos, levando o governo a classificar a região como “ground zero”. O prefeito Richard Solomon confirmou pelo menos cinco mortes, mas destacou a dificuldade em obter informações precisas devido à destruição das comunicações e do transporte.
O cenário é crítico. Black River está sem água e eletricidade, com a maioria dos edifícios perdendo seus telhados. O prefeito relatou que as operações de busca e resgate estão quase impossíveis, pois veículos e serviços essenciais, como polícia e hospitais, foram severamente afetados. “Estamos focados em ajudar os mais vulneráveis e limpar as estradas”, afirmou Solomon.
Desafios e Prioridades
Com mais de 500 mil residentes sem energia, a prioridade agora é restaurar o acesso às áreas afetadas. O prefeito mencionou que as ruas estão em condições precárias, com lama e deslizamentos de terra bloqueando os principais caminhos. Para ele, a reconstrução da cidade exigirá bilhões de dólares jamaicanos, e a limpeza das vias é fundamental para receber ajuda humanitária.
O primeiro-ministro Andrew Holness sobrevoou a região e constatou que 80 a 90% dos telhados foram danificados. Ele enfatizou a necessidade de um esforço conjunto para a reconstrução, afirmando que, apesar da devastação, há esperança de um futuro melhor para Black River. “Nós iremos reconstruir, mantendo a esperança viva”, declarou Holness.
A cidade enfrenta um longo caminho pela frente, mas a determinação dos líderes e da comunidade é um sinal de resiliência em tempos de crise.
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