- A Getty Images deixou de acusar violação de direitos autorais na Alta Corte de Londres, mantendo apenas as questões relativas a marcas registradas.
- A juíza Joanna Smith indicou que a Getty teve sucesso “em parte” na alegação de violação de marca registrada, especialmente em relação às marcas d’água geradas por usuários do Stable Diffusion.
- A Corte rejeitou a alegação de violação de direitos autorais, qualificando as conclusões como históricas e extremamente limitadas em escopo.
- A Getty afirma que a decisão confirma violação de suas marcas em resultados gerados por IA e sustenta precedente sobre reivindicações de direitos autorais contra modelos de IA, a ser usado em processo paralelo nos Estados Unidos.
A Getty Images enfrentou uma derrota significativa em um processo contra a Stability AI, na Alta Corte de Londres. A empresa, com sede em Seattle, alegou que o gerador de imagens Stable Diffusion utilizou suas imagens para treinamento, violando direitos autorais. Durante o julgamento, a Getty desistiu da acusação de violação de direitos autorais, mantendo apenas as questões relacionadas a marcas registradas.
A decisão da juíza Joanna Smith indicou que a Getty teve sucesso “em parte” na alegação de violação de marca registrada, especificamente em relação às marcas d’água geradas pelos usuários do Stable Diffusion. Contudo, a juíza também rejeitou a alegação de violação secundária de direitos autorais, afirmando que as conclusões eram “históricas e extremamente limitadas em escopo”.
A Getty Images declarou que a decisão confirma a violação de suas marcas registradas pela inclusão de suas marcas em resultados gerados por IA. Além disso, a empresa considera que o julgamento estabelece um importante precedente sobre a possibilidade de reivindicações de violação de direitos autorais para modelos de IA. A Getty pretende usar esse precedente em um processo paralelo contra a Stability AI nos Estados Unidos.
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