- Claudia Sheinbaum, presidenta do México, foi alvo de assédio físico durante um evento público na terça-feira, 4 de novembro; o homem, aparentemente embriagado, tentou beijá-la à força e foi preso horas depois.
- O ocorrido gerou debates sobre machismo e a necessidade de denúncias; a presidenta ressaltou que denunciar é importante para proteger outras mulheres.
- Em coletiva de imprensa, Sheinbaum afirmou que nenhuma mulher está livre dessa violência, independentemente de cargo ou posição.
- A ministra das Relações Institucionais do Brasil, Gleisi Hoffmann, manifestou apoio à presidenta em postagem na rede X, dizendo que o assédio é um problema que afeta todas as mulheres.
- O episódio foi registrado em vídeo e mostra o homem se aproximando por trás; Sheinbaum busca justiça para si e proteção para outras mulheres em situações semelhantes.
Claudia Sheinbaum, presidenta do México, foi vítima de assédio físico durante um evento público na última terça-feira, 4 de novembro. Enquanto se dirigia a pé para um compromisso oficial, um homem tentou beijá-la à força. O agressor, que aparentava estar embriagado, foi preso horas depois do incidente.
A situação gerou forte repercussão e debates sobre machismo e a necessidade de denunciar essas práticas. Em coletiva de imprensa, Sheinbaum enfatizou a importância da denúncia, afirmando que “se não presto uma denúncia, em que condição ficam as outras mulheres mexicanas?”. Ela destacou que o assédio sofrido por ela evidencia que nenhuma mulher, independentemente de sua posição, está livre dessa violência.
Apoio Público
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou apoio a Sheinbaum. Em uma postagem na rede X, Hoffmann expressou sua revolta pelo ocorrido e ressaltou que o assédio é um problema que afeta todas as mulheres. “Triste ver o assédio sofrido pela presidenta do México. Seguimos juntas enfrentando o machismo e a misoginia até que todas as mulheres sejam respeitadas”, declarou.
O incidente, que foi registrado em vídeo, mostra o homem se aproximando por trás de Sheinbaum, tocando-a de forma inapropriada. A presidenta, ao compartilhar sua experiência, busca não apenas justiça para si, mas também proteção para outras mulheres que possam se encontrar em situações semelhantes.
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